quinta-feira, 30 de abril de 2009

IV Cineport - PROGRAMAÇÃO COMPLETÍSSIMA DA SILVA


Bem, meus caros, deu um trabalhão danado, mas acredito que, assim, estarei prestando um serviço satisfatório aos que gostam de cinema, música e literatura.

Postei, de maneira organizada e ilustrada, a programação completa do IV Cineport - Festival de Cinema dos Países de Língua Portuguesa, que acontece em João Pessoa, na Paraíba, entre os dias 1º e 10 de maio de 2009.

Neste post, você tem os links para cada dia. Se você sair rolando blog abaixo, vai acompanhar a programação, do último dia (10) para o primeiro (1º).

1º dia / abertura (sexta-feira)

2º dia (sábado)

3º dia (domingo)

4º dia (segunda-feira)

5º dia (terça-feira)

6º dia (quarta-feira)

7º dia (quinta-feira)

8º dia (sexta-feira)

9º dia (sábado)

10º dia / encerramento (domingo)

Algumas informações úteis:

O Festival será na Usina Cultural Energisa (Avenida Juarez Távora, 243 - Torre – João Pessoa – Paraíba), entre os dias 1 e 10 de maio de 2009.

O ingresso para acesso à Usina Cultural Energisa custa R$2 e poderá ser comprado apenas nas bilheterias localizadas nas portarias do evento, na Avenida Juarez Távora 243, e nos fundos do local, na Rua Rio Grande do Sul, s/n, sempre a partir das 14 horas.

No dia 1º de maio a bilheteria do evento começa funcionar às 20h, nos demais dias do Festival a bilheteria abre às 14h.

Depois de entrar na Usina Cultural Energisa, o público deverá se dirigir as bilheterias internas localizadas na Tenda Andorinha, na Sala Digital e retirar os ingressos para as sessões de filmes de sua preferência.

Cada pessoa só poderá retirar dois ingressos por sessão.

Para os eventos musicais, deverão ser retirados os ingressos na bilheteria da Tenda Música a partir das 20h.
A Tenda Andorinha tem capacidade para 600 pessoas por sessão, a Sala Digital, 250 pessoas por sessão e a Tenda Música 1000 pessoas .Os shows serão transmitidos via telão para o Espaço Gastronômico.

Se você quiser ir ao site oficial, clique aqui.

Como editor de Cultura do Jornal da Paraíba, estarei - junto com meus amigos Renato Félix e Astier Basílio - acompanhando o festival para o jornal. Nossos twitters estão lincados ao Paraíba 1, de modo que quem acompanhar a cobertura do evento pelo portal, terá nossas impressões mais preliminares do evento.

Não deixem também de acessar o blog Diversitá, do Ricardo Oliveira.

A gente se vê por lá!

IV Cinerpot * Programação * Domingo (10)


14:00 Sessão Filme Vencedor Troféu Andorinha Criança
Local - Tenda Andorinha

16h00 Sessão Vencedor Prêmio Energisa

16h00 Sessão Mostra Brasil
FilmeCorpo
Local - Tenda Andorinha

17h00 ás 20h00 Sessão Vencedores Troféu ANDORINHA DIGITAL

18h00 Sessão Premiére Paraibana

Zé Ramalho – O herdeiro de avôhai
A saga de um dos mais originais expoentes da música brasileira dos últimos tempos. Acompanhe Zé Ramalho pelos ambientes que marcaram sua trajetória e compartilhe das fantásticas canções ouvidas desde as primeiras experiências autorais. Das paisagens e inspirações vividas desde que saiu do sertão nordestino para ganhar o mundo, este filme visualiza a ligação do artista com suas raízes e reafirma sua visão universal.
Local Tenda Andorinha

21h00 Sessão Mostra Brasil
Filme Juízo
Local Sala Digital

21h00 Som e Imagem
Apresentação Orquestras Funjope,trilhas de filmes paraibanos.Tenda Andorinha
Concerto: Antologia da Música de Cinema Paraibana com exibição dos trechos de filmes.
Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa
Regente: Carlos Anísio

PROGRAMA

1.Sob o Céu Nordestino, de Walfredo Rodriguez - 1928 - Carlos Anísio
2.Aruanda, de Linduarte Noronha - 1960 - Folclere Paraibano
3.Romeiros da Guia, de João Ramiro e Vladimir Carvalho - 1962 - Pedro Santos
4.Menino de Engenho, de Walter Lima Jr. - 1965 - Pedro Santos
5.O Salário da Morte, de Linduarte Noronha -
1970 - Pedro Santos
6.O Que Eu Conto do Sertão é Isso... - Umbelino Brasil e Romero Azevedo - 1979 - Antônio Madureira
7.Parahyba, de Machado Bitencourt - 1985 Folclore Paraibano
8.Uma Questão de Terra, de Manfredo Caldas -
1988 - Marcus Vinícius
9.Terra de Morada, de Durval Leal - 1997 - Izabé da Loca
10.À Margem da Luz, de Marcus Vilar e Torquato Joel - 1997 - Didier Guigue
11.A Canga, de Marcus Vilar - 1998 - Alexandro Maia
12.Funesto, de Carlos Dowling - 1999 - Cyran Costa
13.Transusbstancial, de Torquato Joel - 2003
Eli-Eri Moura
14.Tempo de Ira, de Gisella de Mello e Marcélia Cartaxo - 2003 - Otto
15.O Senhor do Engenho, de Bertrand Lira - 2004 - Paulino Oliveira
16.Péricles Leal: O Criador Esquecido - João de Lima e Manuel Clemente - 2005 - Leonardo Noronha
17.Cão Sedento, de Bruno de Sales - 2005 - Zackarias Nepomuceno
18.O Buraco, de Taciano Valério - 2007 - Breno César, Giancarlos Galdino e Rodrigo Nunes

IV Cinerpot * Programação * Sábado (9)


OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇAO DO OLHAR

14h00 Fórum Rede Cineport de Cooperação Audiovisual
Mesa Redonda Economia da Cultura como foco da Produção do Audiovisual e da Musica. Convidados: Ministério da Cultura; Sebrae Paraíba - Sebrae Minas; Ancine; Secretaria Estadual e Municipal de Cultura
16h00 Painel de experiências
Projetos bem sucedidos no Brasil nas áreas de formação, criação, produção, distribuição e difusão
Local Hotel Imperial

10h00 Oficina Vídeoarte de André Parente
Local: Usina Cultural ENERGISA – Sala Digital

16h00 Sessão MOSTRA BRASIL 2008 FICÇÃO

Deserto Feliz, de Paulo Caldas
Jéssica é uma jovem de 14 anos que vive em Deserto Feliz, uma cidade do sertão pernambucano. Após ser violentada pelo padrasto, sob o olhar cúmplice de sua mãe, ela decide fugir para Recife. Ao chegar na cidade ela passa a trabalhar no turismo sexual, até conhecer o afeto através de Mark um turista alemão
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h28

16h00 Sessão Troféu Andorinha
Os Lobos
Em Lisboa, no decorrer de uma noite, seis histórias desenrolam-se em simultâneo. Um americano, no metro, cruza o seu olhar com uma rapariga e não resiste a persegui-la pelos becos de Alfama, na lembrança de um outro amor, a sua mulher, já falecida.
Local: Tenda ANDORINHA

16h00 – Sessão Convidado


Cruz e Souza, o poeta do desterro, de Silvio Back
Reinvenção da vida, obra e morte do poeta catarinense Cruz e Sousa (1861-1898), fundador do Simbolismo no Brasil e considerado o maior poeta negro da língua portuguesa. Através de 34 “estrofes visuais”, o filme rastreia desde as arrebatadoras paixões do poeta em Florianópolis até seu emparedamento social, racial, intelectual e trágico no Rio de Janeiro.
Local - Tenda Digital

18h00 – Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA Documentário Brasil


O Mistério do Samba, de Carolina Jabor e Lula Buarque de Holanda
Indicações: melhor filme documentário - Carolina Jabor e Lula Buarque de Holanda e melhor montagem – Natara Ney
A cantora Marisa Monte conduz uma série de entrevistas que formam um painel do cotidiano e as histórias da Velha Guarda da Portela, grupo de veteranos artistas de uma das escolas de samba mais populares do Rio de Janeiro
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão: 1h28m

18h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa

Pachamana, de Eric Rocha
O filme Pachamama - título que significa na língua andina quéchua “mãe-terra” e designa a deusa agrária dos camponeses – narra a viagem de um cineasta – o próprio diretor - através da floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia.
Local – Sala Digital – Duração da sessão 1h45m

18h30 - Café LITERÁRIO CINEPORT
Lançamento dos livros Geração 59 livro, organizado por Vanildo Brito; e O Peregrino de Paulo Vieira.
Local - Livraria CINEPORT

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Aquele Querido Mês de Agosto, de Miguel Gomes
Indicações: melhor roteiro – Miguel Góes, Maria Ricardo e Telmo Churro.
Aquele Querido Mês de Agosto acompanha as relações sentimentais entre pai, filha e o primo desta, músicos numa banda de baile. Amor e música, portanto.
Local - Tenda Andorinha

22h00 Sessão MOSTRA BRASIL Documentário 2008

Andarilho, de Cão Guimarães
Entre Montes Claros e Pedra Azul no Nordeste de Minas Gerais, três andarilhos percorrem trajetórias distintas. Documentário sobre a solidão acompanha uma trilogia sobre a história de três homens que não têm residência fixa e passam a vida caminhando por estradas mineiras.
Local Sala Digital – Duração da sessão 1h20m

22h00 - Sessão MOSTRA BRASIL Ficção 2008


Última parada 174, de Bruno Barreto
As últimas horas da vida de Sandro do Nascimento, 22 anos, o “seqüestrador do ônibus 174”, foram acompanhadas por milhões de pessoas através da TV.
Local – Tenda Andorinah - Duração da sessão 1h50m

22h00 Sessão Troféu Humberto Mauro

Homenageada Teresa Villaverde – Portugal


Transe, de Teresa Villaverde
Sónia, uma jovem de vinte e poucos anos, abandona o amigo e família, em São Petersburgo, na Rússia, e decide partir sem olhar para trás. Vai conhecer a ilusão de quem busca vida nova e o inferno daqueles a quem a vida parece nada ter para dar.
Percorre a sua via-sacra, Europa fora, atravessando todo o continente, primeiro a Alemanha, depois a Itália, acabando no extremo oposto, em [[Portugal 99. Sónia vai conhecer a miséria e degradação que o tráfico e a exploração dos mais fracos provoca. Conta o filme a história de uma Europa mal conhecida.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h20

24h00 Música - Chico César – Brasil
O cantor e compositor Chico César mergulha no espirito das principais festas nordestinas em um show alegre inspirado na força dos ritmos do frevo e forró, e no diálogo destes ritmos tem com outros bits universais como o rag e Sk.
Local – Tenda Música

IV Cinerpot * Programação * Sexta-feira (8)


OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇAO DO OLHAR

14h00 Caindo na Rede Dinâmicas
de integração do grupo, processos colaborativos. Tecnologias de diálogos. Dinâmicas de espaço aberto. Provocações mediadas. Articulações institucionais. Desenvolvimento de estratégias locais. Sustentabilidade
16h00 Caindo na Rede, grupos de trabalho. Funcionamento. Parcerias. Midiateca. Formação. Cronogramas e Agendas
Local - Hotel Imperial

10h00 Oficina Vídeoarte com André Parente
Local - Usina Cultural ENERGISA – Sala Digital

09h00 Sessão ANDORINHA CRIANÇA

Os Porralokinhos, de Lui Farias.
Grupo de crianças da cidade grande que vão para a floresta com seu tio Maneco e uma muambeira de Copacabana de nome Escarlate
Local - Tenda Andorinha – Duração 2h

16h00 Sessão MOSTRA BRASIL 2008 DOCUMENTÁRIO

Panair do Brasil, de Marco Altberg
Panair do Brasil é um documentário de longa-metragem que resgata a história da empresa pioneira na aviação comercial brasileira, símbolo de modernidade e eficiência
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h10m

18h00 Sessão MOSTRA BRASIL ficção 2008

Romance, de Guel Arraes
Ana e Afonso, dois jovens atores, se apaixonam durante a montagem teatral do “Romance de Tristão e Isolda”
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h40m

17h30 – Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL DOCUMENTÁRIO LONGA

Hóspedes da noite, de Licínio Azevedo
Fundado em 1953, com 370 quartos e uma imensa piscina, o Grande Hotel era o orgulho da arquitetura da cidade de Beira, Moçambique. Mal-administrado, foi desativado dez anos depois, transformando-se gradativamente numa ruína
Local - Sala Digital – Duração da sessão 50m

18h00 Sessão MOSTRA BRASIL 2008 FICÇÃO.


Cinco Frações de uma Quase História, de Armando Mendz, Cristiano Abud,Cris Azzi, Guilherme Fiúza, Lucas Gontijo, Thales Bahia
Cinco histórias vividas por diversos personagens em um mesmo final de semana.Há um fotógrafo obcecado por pés femininos e uma secretária desiludida que sonha em cantar
Local Sala Andorinha – Duração da sessão – 1h36m

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT
Lançamento dos livros Vladimir Carvalho: pedras na lua e peleja no planalto, de Carlos Alberto Mattos, e Orlando Senna – o homem da montanha, de Hermes Leal.
Local - Livraria CINEPORT

18h30 Sessão Homenagem Rui Polanah

A casa de Polanah, de Fábio Carvalho
Local Sala DIGITAL

19h00 – Sessão Competitiva FIC Curta

Fevereiro, de Chico Botelho
Dois jovens na estrada...
Um dia Frio de Claudia Varejão
É um retrato de uma relação primeira, anterior ao mundo externo, a da família. Num Inverno em Lisboa, pai, mãe, filho e filha, traçam o percurso de um dia, a sós. Um filme que se desenvolve em torno de personagens cujo antagonista não é mais do que a própria vida, com nada (e tudo) de heróico.

Olimpio 1 e 2
Um prostituto travesti de uma família de classe media do Texas espera clientes enquanto ouvi Henry Gorecki e bebendo uma mini diet Coca-Cola. A sua empregada a “Chocolate covered strawbery” tenta o acalmar apalpando o seu “soft-batch” e os dois começam a fazer amor.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 8m27s

20h00 – Sessão Troféu Humberto Mauro

Homenageada Isabel Noronha – Moçambique
Trilogia das Novas famílias, de Isabel Noronha
Os três filmes, dão cara e voz a crianças órfãs de Sida, que após a morte dos seus pais passam a viver sozinhas, sem adultos, naquilo que constitui um cada vez mais frequente modelo familiar em Moçambique, onde esta problemática afecta já cerca de 1.800.000 crianças.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 42m

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Estômago, de Marco Jorge
Indicações: melhor filme, Marco Jorge e melhor produtor – Cláudia da Natividade, Fabrizio Donvito e Marco Cohen.
História da ascensão e queda de Raimundo Nonato, um cozinheiro com dotes muito especiais. Trata de dois temas universais: a comida e o poder. Mais especificamente, a comida como meio de adquirir poder. E pode ser definido como “uma fábula nada infantil sobre poder, sexo e culinária”.
Local - Tenda ANDORINHA – Duração da sessão 1h22m

21h00 sessão VER E FAZER FILMES

Filmes
O Diplomático - Universidade Federal Fluminense
A Cartomante - Universidade Federal de Minas Gerais
A Chinela Turca - Escola Superior de Teatro e Cinema de Portugal
Local – Sala Digital – Duração da sessão 1h00

22h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DOCUMENTÁRIO


As Duas Faces da Guerra, de Diana Andringa e Flora Gomes
Luta de libertação para uns, guerra de África para outros: o conflito que, entre 1963 e 1974, opôs o PAIGC às tropas portuguesas é visto, desde logo, de perspectivas diferentes por guineenses e portugueses.
Local Tenda Andorinha - Duração 1H45m

22h30 Dança – Se Fixa na Retina
Espetáculo de dança da Companhia Ormeo de Teatro e Dança, dirigido por Daniela Guimarães, que explora a interatividade entre corporalidades: projeção de imagens, superfícies de projeção e sonoridades
Local – Galeria de Arte

24h00 Música – Ghorwane - Moçambique
A Ghorwane é uma das mais populares bandas de Moçambique. A base da sua música são os ritmos tradicionais moçambicanso com afropop. A banda também é conhecida pelo seu engajamento com as questões políticas e sócias do seu país
Local – Tenda Música

IV Cinerpot * Programação * Quinta-feira (7)

OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇÃO DO OLHAR

14h00 Mesa 7 – Sociedade em Rede e as Mídias Colaborativas
Exposição, reflexão, debate e experimentação de ferramentas e plataformas de comunicação e informação em tempo de cultura digital.
O que são e quais são as Mídias Colaborativas?;
Redes Sociais: novas práticas da inteligência coletiva; copyleft; creative commons; mídias moveis, agregadores, outros recursos.
15h00 Vídeos provocativos.
16h00 Caindo na Rede: momento de ativação prática da Rede Cineport de Cooperação – RECINEPORT na Internet, com a criação e postagem de perfis dos participantes, fóruns, chats, midiatecas. Treinamento para postagem de vídeos, áudio, fotos, textos, outros aplicativos de hipermídia, logins de acesso, sistemas de convites e participação em todos os ambientes: o papel do animador – facilitador da rede.
Local - Hotel Imperial

09h00 Sessão ANDORINHA CRIANÇA

Filme (não informado)
Local: Tenda Andorinha

10h00 Oficina Vídeoarte com André Parente
Local - Usina Cultural ENERGISA – Sala Digital

16h00 Sessão MOSTRA BRASIL Ficção 2008


Deserto Feliz, de Paulo Caldas
Jéssica é uma jovem de 14 anos que vive em Deserto Feliz, uma cidade do sertão pernambucano. Após ser violentada pelo padrasto, sob o olhar cúmplice de sua mãe, ela decide fugir para Recife. Ao chegar na cidade ela passa a trabalhar no turismo sexual, até conhecer o afeto através de Mark (Peter Ketnath), um turista alemão.
Local - Tenda ANDORINHO - Duração da sessão 1h28m

16h00 Sessão HOMENAGEM


Aruanda, Linduarte Norona e
Cineasta da Terra, de Manfredo Caldas (foto)
Os quilombos marcaram época na história econômica do Nordeste canavieiro. A luta entre escravos e colonizadores terminava, ás vezes, em episódios épicos, como Palmares. Olho d´Água da Serra do Talhado, em Santana do Sabugi (PB), surgiu em meados do século passado, quando o ex escravo e madeireiro Zé Bento partiu com a família à procura de terra de mingúem.
Local: Sala Digital

17h00 - Sessão ANDORINHA DIGITAL documentário curta

Diário de Aquário, Luis Carlos Lacerda
A passagem e prisão no Brasil do grupo de teatro norteamericano Living Theater nos anos 70,os fatos que precederam a sua vinda , o encontro com Ze Celso e Glauber em Paris; e Judith Malina,em plena atividade nos dias de hoje.
Silêncio da Mulher, de Gabriel Mondlaine
Silêncio da Mulher é opção daquela Mulher governada pela falta de nível de escolaridade efectiva que molda o meio rural moçambicano.
Local Sala Digital - Duração da sessão 42m

18h00 – Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


A Outra Margem, de Luis Filipe Rocha
Indicações: melhor fotografia – Edgard Moura, melhor figurino: Isabel Branco, melhor ator: Filipe Duarte.
Ricardo, confrontado com o suicídio inesperado de seu companheiro, entra em depressão e tenta se matar. Maria, sua irmã, com quem não se encontra há 16 anos, faz-lhe uma visita no hospital...
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h40m

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT
Llançamento do livro Emiliano Queiroz: na sobremesa da vida, de Maria Letícia.
Local - Livraria CINEPORT

19h00 – Sessão HOMENAGEM


Emiliano Queiroz, de Maria Letícia Oliveira
Local - Sala Digital

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Nome Próprio, de Murilo Salles
Indicações: melhor atriz – Leandra Leal
Nome Próprio conta a história de Camila, uma jovem mulher empenhada em tornar-se escritora. Camila é intensa e corajosa, faz de sua vida sua narrativa. Encara a literatura como um ato de revelação.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 2h

20h00 Sessão HOMENAGEM AO COLETIVO LAS LUZINEIDES

Filmes
Videozine # 1
É um pássaro? É um avião? Não. Nossos vizinhos espaciais.
O Sintomático Making Of De Constantino Ou Silencio No Supermercado Por Favor!
Making of do curta A sintomática narrativa de Constantino, de Carlos Dowling
Bailarina
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro
Luzineides 10 Plus 1, de Carlos Dowling
Só vim mostrar o que aprendi
Um Detalhe Luzi, de Arthur Lins
Ainda assim ele é o rei, like a virgin
Por umas cabaças a mais, de Ramon Porto Mota e Anacã Agra
Uma estranha sem nome adentra a cidade carregando um caixão
Branca das Neves, de Bruno Wanderley
Walt Disney tem razão, a vida está suspensa por um fiapo de cabelo
Bric-À-Brac, de Gian Orsini
Tudo o que sua Barbie sempre quis ser
Kill Jesuino, de Ely Marques
Cala a boca, Luzineide!
Baú de Memórias, Ricardo Peixoto
Bricolagem, material de arquivo: amigos bons
Birita e Anarquia, de Igor Cabral
Show do Ovnis Gay na despedida bar do Ricardo, na feirinha de Tambaú, precisamente ao lado do banheiro
Kizuiu, de Abraão Matheus
O ET de Guarabira ataca novamente
Animais Em Você, de Marcelo Pinheiro
Foi no Sanatório Bar onde tudo aconteceu
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h30m

22h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Body Rice, de Hugo Vieira.
Desde 1980 que instituições Alemãs enviam adolescentes para o sul de Portugal ao abrigo de projectos experimentais de reeducação social. É assim que Katrin (Sylta Fee Wegmann) chega ao Alentejo. Ela vai estabelecer uma relação singular com o ambiente envolvente, uma situação agravada pela dureza da paisagem e o vazio de uma região socialmente desertificada.
Katrin irá formar com Júlia (Alice Dwyer) e Pedro (Luís Guerra) um refúgio numa terra de ninguém – um deserto físico e mental.
Local Tenda ANDORINHA

22h00 Sessão Homenagem

O Batedor de Carteiras, de Aloísio Teixeira
Mão-leve, “funcionário público” lotado nas imediações da Central do Brasil, descobre que existe um céu para os arrependidos quando se apaixona por uma copeira pernambucana cujo único amigo é um papagaio chamado Lacerdinha

24h00 Música - Flávio C. e Zacarias Nepomuceno
Duas das mais influentes bandas da cena rock paraibana juntas numa noite antológica deste encontro de dinossauros do rock
Local – Tenda Música

IV Cinerpot * Programação * Quarta-feira (6)

OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇAO DO OLHAR

14h00 Mesa 6 - Mundo Digital e as Redes Criativas
o Homem e a construção dos signos; história da comunicação; desenvolvimento das mídias eletrônicas; marcos regulatórios; direito cultural; concentração de monopólios; - a Sociedade da Informação e Conhecimento.
15h00 Vídeos provocativos
16h00 Painel de Experiências práticas bem sucedidas.
O Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura do Brasil. Programa Ponto BR da TV Brasil. A Fábrica do Futuro: Projetos Rede Vivo Lab e Rede Geração Digitaligada de Webvisão.
Local: Hotel Imperial

09h00 Sessão ANDORINHA CRIANÇA

Os Porralokinhas, de Lui Farias.
Grupo de crianças da cidade grande que vão para a floresta com seu tio Maneco e uma muambeira de Copacabana de nome Escarlate.
Local - Tenda Andorinha – Duração 2h

16h00 Sessão Competitiva TROFÉU ANDORINHA DIGITAL Ficção Curta

Filmes

Os Sapatos de Aristeu, de René Guerra
O corpo de uma travesti morta é preparado por outras travestis para o velório. A família, após receber o corpo, decide enterra-lo como homem. Uma procissão de travestis então se encaminha para o velório para dizer adeus.
Dez elefantes, de Eva Randolph.
Clara tem 8 anos e mora com a mãe e irmão em sua casa no campo. Outro dia as crianças brincavam de pique esconde. Pequenos incidentes.
Intervalo, de Luis Manuel Almeida
História de um momento de cor na vida preto e branco de dois vizinhos.
Lygia de Pele a Pele, de Helena Lustosa
O filme Lygia de Pele a Pele revela a odisséia criadora de uma artista e as entranhas de sua complexa personalidade.
Corrente, de Rodrigo Areias
Ele é mineiro, todos os dias tenta deixar-se ir com a corrente do rio. Ela sonha ir também, mas está presa.
El Justiceiro, de Tiago Sousa
Rui está a meio caminho da separação de Sílvia e João, sua mulher e seu filho.
A Demolição, de Aleques Eiterer
Gilmar é um jovem e promissor jogador de futebol que sai de Cataguases para tentar carreira em São Paulo.
Kunta, de Ângelo Torres
Uma noite, o café do bairro Toca. Em Espanha o guarda civil procura Kunta com urgência, mas este não se encontra no café. Até a sua chegada, a especulação sobre os telefonemas não param de crescer.
Quanto falta o amor, de Alberto Botelho
Violência e amor andam juntos pelas estradas marginais
I love you, de Rogério Manjate
Josefina é prostituta, Madala dez anos é apaixonado por ela e tem medo de perdê-la para a AIDS.
Local - Sala Digital - Duração da sessão 2h3m

16h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Encarnação do Demônio, de José Mojica Marins
Indicações melhor direção de arte – Cássio Amarante
Após 40 anos preso, Zé do Caixão é finalmente libertado. De volta às ruas, o coveiro sádico está decidido a cumprir a meta que o levou à prisão
Local Tenda ANDORINHA – Duração da sessão 1h33m

18h00 Sessão Troféu ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa

Diário de Sintra, de Paula Gaetan
Os últimos momentos de vida do diretor Glauber Rocha através do olhar de sua esposa, Paula Gaitán. Seus últimos dias foram ao lado da família na cidade de Sintra, em Portugal, em 1981.
Local - Tenda ANDORINHA – Duração da sessão 1h30m

18h45 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa


Cidadão Boilesen, de Chaim Litewski
A vida e o tempo de Henning Albert Boilesen, ex-presidente da Ultra Gaz, assassinado pela guerrilha em São Paulo.
Local - Tenda ANDORINHA - Duração: 1h33m

18h00 Sessão MOSTRA BRASIL ficção 2008


Romance, de Guel Arraes
Ana e Afonso, dois jovens atores, se apaixonam durante a montagem teatral do “Romance de Tristão e Isolda”.
Local - Sala Digital - Duração 1h40m

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT
Lançamento dos livros sobre a obra de Rogério Sganzerla. Encontros e Tudo é Brasil.
Local - Livraria CINEPORT

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA
Call Girl, de Antonio Pedro Vasconcelos - Indicações: melhor direção de arte – João Torres
Maria, uma «call girl» de luxo, é contratada por Mouros para seduzir Meireles, presidente da câmara de Vilanova, na tentativa que este autorize uma multinacional a construir um empreendimento turístico de alta qualidade. Entretanto, Madeira e Neves, polícias da PJ, descobrem os indícios de corrupção e começam a investigar Meireles. Tudo se torna ainda mais complexo quando Madeira descobre que Maria, a paixão da sua vida, é o isco que obrigará o político a ceder...
Local - Tenda Andorinha - Duração da sessão 2h25m

20h30 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa


É dedra ser angolano, do Coletivo Fazuma
Heueh! Tudo começou com o disco “Ngonguenhação” do Conjunto Ngonguenha. Recebemos um cd no correio vindo da Matarroa. Escutámos ele e começámos a ver Luanda, a abanar as ancas com os bitis, a mandar gargalhada com as historinhas e, de vez em quando, levando aquele murro no estômago. Tocou duas vezes seguidas no leitor e hoje em dia já nem toca. Está gasto. Logo no momento sentimos que era dos melhores discos que já tínhamos ouvido e que, mais do que boa música, era um documento que retratava Angola.
Local – Sala Digital – Duração da sessão 1h05m

22h00 Sessão MOSTRA BRASIL Documentário 2008

O Tempo e o Lugar, de Eduardo Escorel
Trajetória de Genivaldo, agricultor familiar da região semi-árida de Alagoas. Membro leigo da Igreja Católica, foi líder do Movimento Sem Terra e candidato a prefeito da sua cidade natal. Hoje, continua fiel à sua vocação de ativista político, distante de igrejas, movimentos e partidos.
Local - Tenda ANDORINHA – Duração da sessão 1h38m

22h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa

Só dez por cento é mentira, de Pedro César
“Só Dez Por Cento É Mentira” é um documentário longametragem que trata da vida e obra do poeta sulmatogrossense Manoel de Barros.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h22m

24h00 Música – Batida – Angola
Coletivo de DJ´S angolano.
Local – Tenda Andorinha

IV Cinerpot * Programação * Terça-feira (5)

OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇAO DO OLHAR

14h00 Mostra “Periferias do Brasil”
Exibição de produções audiovisuais realizados por moradores de comunidades brasileiras em favelas, vilas e aglomerados.
16h00 Mesa 4 - Conversas
A experiência brasileira de construção de identidades locais em áreas consideradas de risco a partir da ferramenta audiovisual. Debate com realizadores pertencentes a estes grupos sociais.
18h00 Canal aberto
Espaço livre para organização de mostras de produções trazidas pelos coletivos de cada país participantes da oficina.
Local - Hotel Imperial

09h00 Sessão ANDORINHA CRIANÇA

O Garoto Cósmico, de Alê Abreu
Cósmico, Luna e Maninho são crianças de um mundo futurista, onde as vidas são totalmente programadas. Certa noite, buscando mais pontos para obterem um bônus na escola, os três perdem-se no espaço e descobrem um universo infinito, esquecido num pequeno circo. Depois de muita brincadeira e tantas novas experiências, o mundo da programação envia um representante especial para resgatá-los. É hora de escolherem seus próprios caminhos.
Local - Tenda Andorinha

16h00 Sessão Competitiva TROFÉU ANDORINHA DIGITAL Documentário Curta

Filmes
O Guarani, de Cláudio Marques e Marília Hughes
Espaço de encontro e formação para cinéfilos e cineastas de diversas gerações, o Cine Guarani foi um dos mais importantes endereços de Salvador durante mais de setenta anos. Tarabatara, de Julia Zakia
Tarabatara é um chamado ao cotidiano e aos encantos de uma família cigana no sertão de Alagoas. O documentário apreende momentos de um período de pausa no nomadismo desses ciganos.
Se Todos Fossem Iguais, de Fernando Barcellos e Joyce Santos
O cotidiano de seis crianças na faixa etária de 07 a 12 anos, de diferentes classes sociais, revelando seus sonhos, indagando como elas se vêem e vêem o mundo a sua volta e o que esperam dele.
Você Tem Identidade?, de Marcelo Reis
Dois jovens de locais urbanos historicamente opostos falam da construção de suas identidades. Em meio as falas vemos que não são tão distantes assim.
Sinal Fechado, Alexandre Santos e Jurandyr França
Breno é um artista que escolheu a rua como palco. Assim como os demais artistas de rua, não possui muitas ambições, gosta mesmo é da vida simples.
Eu Quero Tomar Café, Rainny Brandão e Iglay Edeiros
Eu quero tomar café é um documentário sobre buscas, um vídeo que conta a história de um nordestino Januário dos Santos – na sua cotidiana e lírica trajetória de sonhador.
Loucos de Futebol, de Halder Gomes
Loucos de Futebol retrata de forma autêntica e divertida o universo do torcedor.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 2h

16h00 Sessão MOSTRA BRASIL FICÇÃO 2008


Onde Andará Dulce Veiga, de Guilherme Almeida
Ao entrevistar uma cantora um jornalista descobre que ela é filha de uma famosa cantora do passado, que desapareceu misteriosamente.
Local - Sala Andorinha - Duração 1h45m

18h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Ficção Longa

Corrupção, de Alexandre Valente
Sofia é uma jovem mãe solteira que divide o seu tempo entre dois empregos que a ajudam a si e aos seus dois filhos a sobreviver.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h30m

18h00 Sessão MOSTRA BRASIL 2008 Documentário

Condor, de Roberto Mader
Condor foi o nome dado a cooperação entre governos militares sul americanos que culminou com o seqüestro e assassinato de milhares de pessoas.
O vôo repleto
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h43m

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT
Lançamento do livro Nação Jaguaribe de Gustavo Moura e Wenio Pinheiro.
Local - Livraria CINEPORT

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA

Call Girl, de Antonio Pedro Vasconcelos - Indicações: melhor direção de arte – João Torres
Maria, uma «call girl» de luxo, é contratada por Mouros para seduzir Meireles, presidente da câmara de Vilanova, na tentativa que este autorize uma multinacional a construir um empreendimento turístico de alta qualidade. Entretanto, Madeira e Neves, polícias da PJ, descobrem os indícios de corrupção e começam a investigar Meireles. Tudo se torna ainda mais complexo quando Madeira descobre que Maria, a paixão da sua vida, é o isco que obrigará o político a ceder...
Local - Tenda Andorinha - Duração da sessão 2h25m

20h00 Sessão ANDORINHA DIGITAL Documentário

Acácio. Entre 1918 e 2008, Acácio Videira e Maria da Conceição dividiram a vida em três continentes. Nascidos em Portugal, foram estrangeiros em Angola e depois no Brasil.
Local Tenda ANDORINHA - Duração 131m

22h00 Sessão Troféu ANDORINHA


Chega de Saudade, de Laís Bodanzky
Indicações: melhor figurino - André Cimonetti
Um baile acontecerá em um clube de dança em São Paulo. Desde quando o salão abre suas portas, pela manhã, até seu fechamento ao término do baile, pouco após a meia-noite.
Local - Tenda ANDORINHA – Duração da sessão 1h35m

22h00 Sessão ANDORINHA DIGITAL Documentário


Adeus até amanhã, de António Escudeiro
António Escudeiro nasceu, cresceu e trabalhou em Angola, até o dia em que se viu forçado a vir embora. Jurou voltar. Mas o regresso a casa só se tornou realidade 32 anos depois.

24h00 Música - Tambor de Três - São Tomé e Príncipe
Projeto musical formado por músicos de São Tomé, Angola e Portugal. A música acústica recebe neste projeto a influência do som ibérico e africano.
Local – Tenda Música

IV Cinerpot * Programação * Segunda-feira (4)

OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇAO DO OLHAR

14h00 Mostra Documentário Brasil
Mostra da produção independente de documentáriso no Brasil.
16h00 Mesa 3 - Conversas
Desafios e perspectivas para a produção independente no Brasil. Encontro com vários realizadores presentes no Festival Cineport.
18h00 Canal aberto
Espaço livre para organização de mostras de produções trazidas pelos coletivos de cada país participante da oficina.
Local - Hotel Imperial – sala 150

09h00 Sessão ANDORINHA CRIANÇA

O guerreiro Didi e a Ninja Lili, de Marcos Figueiredo e Paulo Aragão
No início do século 20, Lili (Lívia Aragão) é a filha de um jovem oficial europeu convocado para a guerra. Um mestre oriental fica responsável pela educação dela.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h40

16h00 Sessão MOSTRA BRASIL FICÇÃO 2008

A Guerra dos Rocha, de Jorge Fernando
Os irmãos Rocha não têm nada em comum... A não ser o fato de não quererem dividir o mesmo teto com a mãe, Dona Dina.
Local - Sala Digital – Duração 1h20m

16h00 – Sessão ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa


KFZ-1348, de Gabriel Moscaro e Marcelo Pedroso
Em 1965, um fusca é vendido a um jovem engenheiro civil de São Paulo. Quarenta anos se passam e o carro vai parar num ferro-velho do Recife, com a placa KFZ-1348.
Local - Tenda Andorinha - Duração da Sessão 1h21m

17h30 – Sessão ANDORINHA DIGITAL Documentário Longa

Muitos Dias tem o Mês, de Margarida Leitão
Documentário da sociedade protuguesa: a vida a crédito dos portugueses. Num olhar sobre os mecanismos de aquisição de crédito, percebemos as motivações dos seus protagonistas. O recurso ao crédito vulgarizou-se e o consumo democratizou-se. As dívidas acumulam-se, tudo na sociedade tem um preço.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h23

18h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Documentário Curta

Filmes

Menino-Aranha, de Mariana Lacerda
Uma real lenda urbana contada no Recife na década de 90.
A Tal Guerreira, de Marcelo Caetano
Um sound-system no cemitério. Go-go boys nos atabaques. Uma televisão no terreiro. “A Tal Guerreira” é um filme sobre o sagrado e o profano nas incorporações do mito Clara Nunes.
A Casa dos Mortos, de Débora Diniz
Bubu é um poeta com doze internações em manicômios judiciários. Ele desafia o sentido dos hospitais-presídios, instituições híbridas que sentenciam a loucura à prisão perpétua.
A Ocasião Seguinte, de Rita Brás e Claudia Alves
A partir de quatro anúncios de oferta publicados no Jornal Ocasião, de ajuda voluntária ao outro, sentimos a comunhão e a partilha humana.
Vissungos, Fragmentos da Tradição Oral, de Cássio Gusson
Os vissungos são cantos, com funções sociais, executados pelos escravos mineradores de Minas Gerais do século XVII. Estes cantos mesclam palavras do PortugUês com o idioma africano e por diversos fatores desde 1928 são considerados extintos.
Os Balões de 74, de Luciano Soares Mariz
Domingo de natal. Crianças brincam nas calçadas e os fiéis deixam a igreja depois da missa de fim de tarde.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 2h

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT

Lançamentos dos livros Minerar o Branco, de Ronaldo Werneck e Cinema e Prazer de Luis Carlos Lacerda.
Local - Livraria CINEPORT

19h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Os Desafinados, de Walter Lima Júnior
Indicações: melhor trilha sonora – Wagner Tiso
Joaquim, Dico, Davi e PC são jovens músicos e compositores, que partiram para Nova York em busca de sucesso.
Local - Tenda Andorinha - Duração da sessão 2h31m

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL ficção

Contrato, de Nicolau Brayner
No Filme Contrato, Peter McShade é um hitman. No decorrer de um contrato para assassinar um homem em Marrocos, as coisas correm mal e Peter acaba por matar o sobrinho de um chefe da máfia nova iorquina. O contrato não se revela fácil…
Local - Sala Digital

21h30 Sessão Troféu HUMBERTO MAURO


Signo do Caos, de Rogério Sganzerla
Primeiro ato, preto-e-branco: no Rio de Janeiro, agentes alfandegários descobrem uma carga que contém latas de um filme.
Submetida aos censores, chefiados por um certo Dr. Amnésio, o filme passa por sessões de mutilação e destruição por causa de seu realismo.
A seguir:
Segundo ato, colorido: todos aqueles que ajudaram a destruir o filme são convidados para comemorar um momento insane - a vitória do esquecimento.
Último trabalho do diretor Rogério Sganzerla, morto em janeiro de 2004.
Local - Sala Digital - Duração da sessão 1h20m

22h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas
Indicações: melhor fotografia – Mauro Pinheiro
No coração de uma das maiores metrópoles do mundo, quatro irmãos tentam reinventar suas vidas. Reginaldo, o mais novo, procura obstinadamente seu pai, que nunca conheceu.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h53m

23h00 Sessão Troféu ANDORINHA DIGITAL DOCUMENTÁRO LONGA

Sonho de Criança, de Manuel de Abreu
O pai de Abel, frustrado com a situação de seu filho, decide que este abandone a escola, e o leva para África do Sul.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 2h

24h00 Música - Suzana Travassos - Portugal
Jovem cantora portuguesa do Algarve que mistura música de raiz com o mais puro jazz.
Local – Tenda Música

quarta-feira, 29 de abril de 2009

IV Cinerpot * Programação * Domingo (3)

II ENCONTRO DE CINECLUBES DA PARAÍBA

08h00 Oficina básica de cineclubismo
16h00 Redação da Carta dos Cineclubes Paraibanos Novas propostas para os governos estadual, federal e para os festivais de cinema.
Local - Hotel Imperial

OFICINA Rede CINEPORT FORMAÇAO DO OLHAR

14h00 Crítico.
Exibição do longa-metragem onde críticos e cineastas discutem o cinema a partir do conflito que existe ente o artista e o observador, o criador e o crítico.
16h00 Mesa 2 - Conversas.
Encontro com Kleber Mendonça Filho, crítico, curador e cineasta pernambucano, realizador do filme “Crítico”.
18h00 Canal aberto Espaço livre para organização de mostras de produções trazidas pelos coletivos de cada país participantes da oficina
Local - Hotel Imperial

14h00 - Sessão ANDORINHA CRIANÇA

Pequenas Histórias, de Helvécio Ratton
Na varanda de uma fazenda, uma senhora conta histórias ao mesmo tempo em que corta e costura retalhos de pano, criando imagens que formam uma toalha. São quatro histórias de humor e magia.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h20m

15h00 Sessão Competitiva Prêmio ENERGISA ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL PARAIBANO

Filmes

Sanhauá, de Elinaldo Rodrigues
Tendo o Rio Sanhauá como personagem principal, o documentário aborda a relação homem/natureza.
Lelê, de Carlos Dowling e Shiko
Da solidão agreste espacial de Lelê, que abandona o seu amor clamando em um satélite e sai para ver a terra.
Duas Vezes não se Faz, de Marcus Vilar
Um filme poema sobre a Ponta do Cabo Branco, extremo oriental das Américas, mostrando sua lenta degradação pelas correntes marítimas e o fluxo das marés, acentuado nas últimas décadas pela a intervenção humana.
O Guardador, de Diego Benevenides
Um funcionário de um laboratório de anatomia e algumas histórias pra contar.
Arqueologia da Memória, de Elisa Cabral e Laurita Caldas
A expressividade gestual e simbólica da cerâmica de Gina Dantas,numa concepção poético-musical.
A Que Preço? de Eduardo Chaves de Oliveira
Mais de 4,8 milhões de crianças e adolescentes exercem algum tipo de trabalho no Brasil.
Pensamento vai... Pensamento vem, de Vivian Maite Castro.
A poesia valoriza as coisas vulgares ou tornadas banais pela visão diária. Tradição nordestina, a rede incita o prazer, a preguiça.
Instrumento Detector de Alguma Coisa, de Otto Cabral
No mundo todo já está disseminado.
Tem Bicho no Meio do Caminho, de Ismael Farias
Uma mãe e seus dois filhos caminham numa estrada seca e quente em busca de alimentos para sobreviver.
Chã de Fora, de Otto Cabral
O melhor pedaço já está garantido.
Maria das Dores e dos Mares, de André Moraes
Maria que nasceu de uma dor em pleno dia de São João. Maria que fez dessa dor um alimento para sua vida e sua arte.
O passeio na vida da matéria, de Bruno Sales
O objetivo é de preparar a humanidade para entrar em contato com seres extraterrenos, nossos irmãos.
Local - Sala DIGITAL – Duração da sessão 1h55m

16h00 Sessão Mostra Brasil 2008 - Ficção


Orquestra de Meninos, de Paulo Thiago
Janeiro de 1995. Um jovem músico de 13 anos, integrante da Orquestra Sinfônica do Agreste da pequena cidade de São Caetano, a 150 km de Recife, é seqüestrado.
Local - Tenda ANDORINHA

18h00 Sessão Mostra Brasil 2008

Cineasta da Terra, de Manfredo Caldas
Uma homenagem ao cineasta Linduarte Noronha considerado um dos precussores do Cinema Novo com seu filme Aruanda.
Romance do Vaqueiro Voador, de Manfredo Caldas
Documentário poético sobre a recriação do Universo mítico do Nordeste.
Local - Tenda ANDORINHA

18h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL documentário longa

Juruna, o espírito da floresta, de Armando Lacerda
O velório de Mário Juruna é sofrido e doloroso para o pequeno grupo de parentes e amigos dispersos no amplo Salão Nobre do Congresso Nacional. E o herói agora está morto!
Local - Sala Digital

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT

Lançamentos da Academia Paraibana de Cinema:
Agenda do cinema paraibano, Livro-catálogo do diretório da A.P.C. - patronos e membros, Regulamento do Prêmio Anual da A.P.C. e Boletim informativo da A.P.C.
Local - Livraria CINEPORT

19h30 Sessão Curta Digital

Antes de amanhã, de Gonçalo Telles
O filme relata 24 horas na vida de Mário, um fotógrafo que se sente ameaçado e perseguido pela polícia política do antigo regime.
O encontro com o contacto que o levará para o exílio está marcado para o dia 25 (de Abril), às sete horas da manhã, mas esse novo dia é marcado por incidentes que aos olhos do protagonista ganham dimensão preocupante, pela simples razão - que desconhece - de que as coisas vão começar a mudar em Portugal.
Local Sala Digital

20h00 Sessão ANDORINHA DIGITAL Ficção Longa

Juventude, Domingos de Oliveira
David, antonio e ulisses foram amigos a vida toda. Desde sua reunião, ainda adolescentes, para uma representação colegial de “a ceia dos cardeais” de julio dantas, o clássico português.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h15m

20h00 Sessão Homenagem - Troféu Humberto Mauro
Homenageada Isabel Noronha - Moçambique


NGWENYA, O Crocodilo, de Isabel Noronha
O filme traça um retrato simultaneamente místico e terno do célebre artista plástico Malangatana Ngwenya, que nos transporta durante quase 90 minutos na intimidade da sua aldeia natal de Matalane e do seu atelier de Maputo.
Local - Tenda Andorinha - Duração 1h30m

21h30 Sessão ANDORINHA DIGITAL Ficção Longa

As Teias da Aranha, de Sol de Carvalho
O filme trata da vida de ALICE, uma jovem rapariga que vive no Bairro da Manga, na periferia da cidade da Beira. Ela tem um quadro familiar comum, seus pais têm uma pequena mercearia de Bairro.
Local – Sala Digital - Duração da sessão 1h20m

22h00 Sessão Homenagem Troféu Humberto Mauro
Homenageada Teresa Villaverde - Portugal


Mutantes, de Teresa Villaverde
Os Mutantes principais são Andréia, que entra e sai de centros de reinserção social e vagueia por Lisboa à procura de um rapaz, e Pedro e Ricardo, que, em situação semelhante, recorrem a toda a espécie de expedientes.
Local - Tenda Andorinha - Duração 1h53m


24h00 Música - JEFFERSON GONÇALVES e banda - Brasil
O grande gaitista de blus carioca Jefferson Gonçalves apresenta seu novo disco, Ar Puro, com forte influência da música nordestina.
Local – Tenda Música

IV Cinerpot * Programação * Sábado (2)

II ENCONTRO DE CINECLUBES DA PARAÍBA

08h00 Oficina de formação em cineclubismo
14h00 Mesa-redonda Baixa o teu que eu baixo o meu: os cinéfilos na era da internet e objetos portáteis.Convidados, Guido Lemos (UFPB); Ricardo Oliveira (jornalista) Mediador, Arthur Lins (cineasta).
16h00 Mesa-redonda Que tal um cineminha?
Um raio-X da cinefilia paraibana.
Convidados, Ramon Porto (cinéfilo); Renato Felix (Jornalista). Mediador, Luis Antonio Mousinho (professor).
Local - Hotel Imperial

OFICINA REDE CINEPORT DE COOPERAÇÃO AUDIOVISUAL

14h00 - As diretrizes da REDE CINEPORT DE COOPERAÇAO
Mesa 1 - Audiovisual e identidade local
A utilização do audiovisual para a construção das identidades locais. Novas tecnologias a serviço do imaginário coletivo. Patrimônio imaterial.
16h00 - Mostra audiovisual
Exibição e análise dos filmes do projeto um Olhar Particular, da Associação Mineira de Cineastas – convidado palestrante Geraldo Veloso
Local - Hotel Imperial

16h00 Sessão Prêmio ENERGISA ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL PARAIBANO

Filmes

Crias da Piollin, de Bertrand Lyra
No final dos anos 70, um grupo de jovens ocupa um convento abandonado e funda um espaço, a Escola Piollin, para produzir e pesquisar teatro e termina por envolver a comunidade em torno num trabalho permanente de arte-educação.
A Idade do Vento, de Nycolas Albuquerque
A sétima arte e suas representações históricas visitadas através do vídeo.
Terra Erma, de Helton Paulino
Em meio a solidão e a tristeza de uma vida, um homem se satisfaz em ir diariamente ao terminal rodoviário de sua cidade.
Pela Tela pela Janela, de Nycolas Albuquerque
Como a criança constrói seu imaginário através do cinema.
Mulheres em Campo, de Virginia de Oliveira
Registro do cotidiano de algumas mulheres (estudantes, professoras e funcionárias...) no Campus de João Pessoa da UFPB: seus sonhos, seus limites e suas superações.
Local - Sala Digital - Duração da sessão 2h

16h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA


Meu nome não é Johnny
Indicado: Melhor roteiro, Marisa Leão e Mauro Lima; Melhor atriz coadjuvante, Júlia Lemertz Melhor ator, Selton Mello; Melhor trilha sonora, Fabio e Fael Mondêgo, Marco Tommaso e Mauro Lima; Melhor montagem, Marcelo Moraes
Guilherme Estrella nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e freqüentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade.
Local Sala Andorinha - Duração 128m.

18h00 Sessão PREMIÉRE PARAÍBA

Filmes

Gravidade, de Torquato Joel
Um experimento de imagem e de som onde quando tudo que existe se encontra em estado limítrofe da matéria.
Aqui e Agora, de Torquato Joel
Entre o sertão e o mar, os cânticos das paisagens, da história e do cotidiano do povo de um lugar.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 46m


O Sonho de Inacim, de Eliezer Rolim Filho
No ano de 2000 toda a cidade de Cajazeiras, sertão da Paraíba se prepara para comemorar o bicentenário de nascimento do seu ilustre fundador, o Padre Ignácio Rolim, um descendente de franceses que nos idos de 1800 criou um colégio e a partir dele fundou a cidade de Cajazeiras.
Local - Tenda Andorinha – Duração da sessão 1h34m

18h00 Sessão Prêmio ENERGISA ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL PARAIBANO

Filmes

N.E.G.O, de Chico Sales e Mayk Nascimento
Neste Estado eu governo e ordeno.
Coragem mulher, de Mislene Santos
Segundo a organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil.
Sweet Karolyne, de Ana Bárbara Ramos
Os bons tempos nunca pareceram tão bons.
Sinézio, o fenômeno, de Otto Cabral
O jogo é jogado.
O lambari é pescado.
A Língua Lavra, de Mônica Fidelis
Mergulho nas nuances e lirismos da poesia erótico feminina.
Enraizados, de Niu Batista
Os irmãos Salustiano e Minervino enraizados numa essência de sentimentos.
O Plano do Cachorro, de Arthur Lins e Ely Marques
Cachorros vagam solitários esperando a morte chegar.
Aos Pedaços, de Taciano Valério
A vida ou um filme pode se acabar aos pedaços quando há a difícil conciliação entre a arte e a vida doméstica de um diretor.
Essas mulheres, de Allyson Viana, Carol Caldas, Janaína Aires, Jéssica Nascimento, Lucas Pontes, Maria Silva
Documentário sobre a condição feminina nos dias atuais.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h23m

18h30 Café LITERÁRIO CINEPORT

Lançamento do livro “Cinema em Movimento”, de Aída Marques.
A montadora, produtora e hoje diretora da Escola de Cinema da Universidade Federal Fluminense, neste livro revela os bastidores da produção de um filme.
Local - Livraria CINEPORT

20h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Ficção Longa

Cristóvão Colombo - O Enigma, de Manoel de Oliveira
O filme parte da idéia defendida pelo livro Cristóvão Colombo é Português de que o descobridor teria mais raízes portuguesas do que se pensa, e em vez do nascimento oficial em Genova, teria nascido em Cuba - uma pequena cidade do Alentejo que teria originado o nome da ilha caribenha onde Colombo aportou um dia.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h10

21h00 Sessão PREMIÉRE Portugal

Second Life, de Alexandre Valente
Nicholas tem 40 anos. É no dia do seu aniversário que a nossa história começa. É produtor de cinema, paixão que o leva a viver quase exclusivamente para este trabalho. Adora o cinema e adora poder ser ele o principal responsável pela materialização e concretização de uma ideia.É este contributo indispensável que o deixa verdadeiramente realizado.
Esta sessão contará com a presença do diretor e atores do filme.
Local - Tenda ANDORINHA - Duração 1h55m

21h30 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL DOCUMENTÁRIO LONGA

Da Vida das Bonecas, de Neni Glock
Mais do que um documento sobre bonecas, é acima de tudo uma visão sobre seus colecionadores e as distintas maneiras em se relacionar com elas.
Local - Sala Digital – Duração 1h01m

23h00 Sessão Mostra Brasil


Feliz Natal, de Selton Melo
Caio tem 40 anos e trabalha em um ferro-velho no interior. Hoje ele possui uma companheira e uma ocupação constante, mas no passado levou uma vida de grande irresponsabilidade, da qual saiu vivo por sorte.
Local – Tenda Andorinha – Duração 1h40m

22h00 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL ANIMAÇÃO

Filmes

O Anão que virou gigante, de Marão
A fragilidade dos laços afetivos desenha inseguranças e desamparos
Terra, de Sávio Leite
Coisas ordinárias acontecem com pessoas extraordinárias.
Josué e o pé de Macaxeira, de Diogo Viegas
Ao trocar seu burro por uma “macaxeira mágica”, Josué descobreque não são apenas feijões que podem nos levar a uma aventura fantástica.
Calango Lengo - morte e vida sem ver água, de Fernando Miller
Calango Lengo, nordestino, tem que cumprir o seu destino sem ter o quê por no prato. Na seca não há outra sorte: viver fugindo da morte como foge o rato do gato.”
Guisado de Galinha, de Joana Toste
Ai... Portugal!
Cândido, de Zepe
Cândido nunca a amou. A manipulação é o seu jogo preferido.
Cães, Marinheiros, de Joana Toste
Quando um casal de cães possui um marinheiro para guardar o jardim, deve mantê-lo a todo custo.
Melodia Amarga, de Pedro Moura
Retrato de uma relação fria e distante entre um casal de músicos entre quatro paredes da sua casa. A música é o elo comum entre eles, mas quando esta faz com que finalmente se aproximem pode já ser tarde demais.
Annual Report, Cristina Braga
Annual Report é uma compilação de idéias, um arquivo de dados e informações pessoais.
A meio da noite, Fernando José Saraiva
No interior de uma casa, um homem prepara-se para sair a meio de uma noite. Consigo leva uma caixa negra na mão e ao caminhar por uma rua escurecida, dirige-se a uma praça ladeada de casas e iluminada por um pequeno lampião.
Jardim das Cores, de Guilherme Reis
“Jardim das Cores” é um conto audiovisual sobre uma garota que desenha sua nova amiga.
As minhas calças favoritas, de Ivan Khan
Em stop motion retrata “uma história de amor” entre um par de calças e o seu dono, onde as calças por se verem envelhecidas e com um furo.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h39m

24h30 - Música - Lula Queiroga - Brasil
Show de lançamento do terceiro álbum solo de Lula Queiroga, “Tem juízo mas não usa”. A apresentação promete ser marcante. Além das novas canções e parcerias, Lula reserva outras surpresas, como o cenário, composto por fotografias enviadas por amigos e fãs especialmente para fazer parte do novo show.
Local – Tenda Música

IV Cinerpot * Programação * Sexta-feira (1)

Bem em cima da hora, chega a programação dia-a-dia do IV Cineport.

Aqui estão algumas informações gerais, seguidas pela programação do 1º dia de festival.

O Festival será na Usina Cultural Energisa (Avenida Juarez Távora, 243 - Torre – João Pessoa – Paraíba), entre os dias 1 e 10 de maio de 2009.

O ingresso para acesso à Usina Cultural Energisa custa R$2 e poderá ser comprado apenas nas bilheterias localizadas nas portarias do evento, na Avenida Juarez Távora 243, e nos fundos do local, na Rua Rio Grande do Sul, s/n, sempre a partir das 14 horas.

No dia 1º de maio a bilheteria do evento começa funcionar às 20h, nos demais dias do Festival a bilheteria abre às 14h.

Depois de entrar na Usina Cultural Energisa o público deverá se dirigir as bilheterias internas localizadas na Tenda Andorinha, na Sala Digital e retirar os ingressos para as sessões de filmes de sua preferência.

Cada pessoa só poderá retirar dois ingressos por sessão.

Para os eventos musicais, deverão ser retirados os ingressos na bilheteria da Tenda Música a partir das 20h.

A Tenda Andorinha tem capacidade para 600 pessoas por sessão, a Sala Digital, 250 pessoas por sessão e a Tenda Música 1000 pessoas .Os shows serão transmitidos via telão para o Espaço Gastronômico.

PROGRAMAÇÃO

20h00 Abertura do Festival


20h30 Sessão Prêmio ENERGISA ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL PARAIBANO
Filmes

Brincantes Visionários, de Elinaldo Rodrigues
A vida pulsa numa trincheira de luta em defesa da cultura popular, onde mestres e brincantes narram sua saga.
1500-Circular, de Chico Sales
Imerso no espaço/tempo da mais extensa linha de ônibus da capital paraibana, dentro/fora do veículo fluem variados cenários urbanos.
Na Lata, de Afonso Manoel da Silva Barbosa e Enver José Lopes Cabral
José é um catador de lixo, que vive numa favela localizada na capital da Paraíba. Ele trabalha os sete dias da semana no intento de sustentar sua família, percorrendo com seu carro de mão as ruas da cidade.
Amanda e Monick, de André da Costa Pinto
Dois travestis, um professor e o outro aluno vivem em realidades totalmente opostas, mas têm suas vidas cruzadas a partir do momento em que entram na sala de aula.
Uma História de Pescador, de Lílian Tandaya
Mesclando fotos e vídeos da pesca artesanal no município de Cabedelo, litoral da Paraíba.
Lúcio Lins de corpo e barco, de André Morais e Jorge Bweres
A história desse poeta é contada pela família e pelos amigos de vida e arte com muita emoção e saudade, eles são os principais narradores dessa trajetória.
Para os que conhecem a obra do autor será um momento de reencontro, para os que não conhecem será a oportunidade de iniciar o vínculo com uma obra de extrema sensibilidade.
Local - Sala Digital - Duração da sessão 2h04m

21h00 Sessão Troféu Humberto Mauro

Homenageada Helena Ignez - Brasil
Filme - A Canção de Baal, de Helena Ignez
Poeta e cantor recusa de forma sarcástica convite de ascensão social de um mecenas, preferindo viver feliz como um artista marginal.
Uma das homenageadas do Festival Cineport, a diretora e atriz Helena Ignez, nesta ousada adptação da obra Bertoltd Brecht, demonstra toda a sua criatividade.
Local - Tenda Andorinha - Duração da sessão 1h17m


22h30 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Ficção Curta

Filmes

Picolé, Pintinho e Pipa, de Gustavo Melo
O carro do troca-troca está passando em sua rua: garrafa velha, bacia velha, o moço troca por picolé, pintinho e pipa.
Superfície, de Rui Xavier
Por mais calma que pareça a superfície do oceano, cada vez que cruzamos a linha, que divide a terra do mar, entramos num mundo desconhecido e imprevisto.
Engano, de Paulo Camacho
Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos sequências.
Odisséia, de Rita Palma
Uma mulher sem memória do que viveu e um homem com receio do que possa vir a encontrar, Ulisses e Penélope vêem-se parados num tempo presente.
Dois Coveiros, de Gilson Vargas
A história dos irmãos gêmeos Luarte e Cávio que, isolados num mundo de pó e sol escaldante, em plena esterilidade de um deserto, vivem uma situação absurda.
O Atirador, de Juliano Verardi
O que você faria com um rifle no alto de um edifício? Um homem sobe com um rifle no alto de um edifício de uma grande cidade.
Na Terra das Monções, de Marcelo Domingues
No Brasil do século XVIII, um monçoeiro, homem encarregado de conduzir expedições por regiões desconhecidas em busca de ouro, tem o último jantar com a sua filha antes da sua partida.
Atlântico, de Fabio Meira
Desde uma ilha distante, dois náufragos apaixonados recordam o lugar de onde partiram.
Local - Sala Digital – Duração da sessão 1h51m

22h30 Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA

Filme Goodnight Irene, de Paolo Marinou Blanco
Indicações: melhor filme – Paolo Marinou Blanco, melhores produtores – Maria João Mayer e François D´Artmare.
Alex é um actor inglês falhado, velho e solitário, que grava narrações para vídeos turísticos, e embebeda-se até adormecer. Bruno é um jovem e recatado serralheiro que se dedica à sua obsessão: lutar contra a passagem do tempo, invadindo casas de estranhos para fazer “registos” das suas vidas, que depois guarda num arquivo nas traseiras da sua loja. Partilham uma obsessão por Irene, uma atraente pintora, que tem toda a paixão pela vida que a eles lhes falta.
Local - Tenda Andorinha - Duração da sessão 1h38m

24h00 Música - Hamilton de Hollanda - Brasil
Hamilton é um músico contemporâneo que faz, sem exageros, apenas boa música. Um artista de imensa brasilidade que para definí-lo seria preciso adicionar, além do Choro, a fluência de um improvisador do jazz, a energia de um roqueiro, o swing de um sambista, a precisão de um músico erudito, o vocabulário da música brasileira e o inesperado toque do gênio.
Local - Tenda Música

terça-feira, 28 de abril de 2009

As edições especiais de 'Ten', do Pearl Jam

Aqui vai uma matéria que fiz sobre as edições especiais de Ten, o lendário álbum do Pearl Jam. Saiu na edição de domingo passado (26) do Jornal da Paraíba.

Um grunge de coração

Se você tivesse que levar dois discos de rock para uma ilha deserta grunge, você certamente levaria Nevermind, o álbum do Nirvana, e Ten, do Pearl Jam. Isso é ponto pacífico para fãs e estudiosos do movimento roqueiro que surgiu na chuvosa Seattle no final dos anos 1980 para início dos 1990.

Mas e se apenas um coubesse na bagagem? Se for para ter o ápice do movimento feito com guitarras distorcidas, camisas de flanelas e cabelos desgrenhados, você ficará com Nevermind. Se for para ouvir um disco, várias e várias vezes sem cansar, vai ser Ten.

Ten é um dos melhores álbuns de rock produzidos nos últimos 20 anos. Opinião compartilhada por revistas especializadas e fãs de rock, em geral. O disco de estreia do Pearl Jam conseguiu combinar, em dez canções, letras inteligentes, recheadas de emoções verdadeiras (e bem sombrias), com uma arquitetura harmônica que envolve solos marcantes de guitarra e um vocal apaixonado.

O álbum que chegou às lojas em setembro de 1991 agora está de volta às prateleiras em edições remasterizadas e repletas de suvenires, embalagens tão caprichadas que só podem estar antecipando em dois anos as comemorações pelos 20 do disco. Mas não são para qualquer bolso não. A caixa mais caprichada, que inclui até uma fita cassete, não sai por menos de R$ 1 mil (ver box abaixo).

Ten, que alcançou a marca de 12 milhões de cópias, é fruto da reunião dos ex-Mother Love Bone Jeff Ament (baixo) e Stone Gossard (guirarra) com o vocalista Eddie Vedder, o guitarrista Mike McCready e o baterista Dave Krusen. Essa turma entrou no London Bridge Studio, em Seattle, em março de 1991 para gravar com o produtor Rick Parashar (que faria discos do Alice in Chains e até Bon Jovi, entre outros) sob o nome de Mookie Blaylock.

Seis meses depois, chegava às lojas o LP, o cassete e o CD contendo “Once”, “Even flow”, “Alive”, “Why go”, “Black”, “Jeremy”, “Oceans”, “Porch”, ‘Garden” e “Deep”, canções cujos temas são bem “pra baixo”, abordando depressão, suicídio, solidão e assassinato, letras escritas por uma sinceridade desconcertante por Eddie Vedder.

Anos depois, integrantes do Pearl Jam começaram a admitir que não gostavam da mixagem feita, à época, por Tim Palmer, que incluiu uns efeitos fora de hora e suprimiu umas percussões, o que distorcia da idéia original do disco. Por isso, não só as faixas de Ten foram remasterizadas para este novo lançamento, como também remixadas, agora pelo produtor Brendan O’Brien, que viria a trabalhar com a banda a partir de VS (1993).

Ten saiu na mesma época que Nevermind. Talvez o barulho do disco do Nirvana tenha ofuscado o álbum do Pearl Jam, que só veio a decolar quase um ano depois. Independente disso, Ten se tornou uma grande referência de como o rock alternativo chegou ao coração das massas.


‘Ten’ em edições de luxo

Ten (Legacy Editon – 2CDs + 1 DVD) – Edição nacional é igualzinha à importada, mas o preço cobrado por aqui não justifica o que a caixa poderia render. São dois CDs e um DVD. O primeiro CD traz o álbum na íntegra, com nova masterização, o que deixa o som bem melhor que o CD lançado há 17 anos. O segundo traz as mesmas dez faixas, remixadas (não pense com isso que são versões dance) por Brendan O’Brien (produtor dos álbuns seguintes do PJ, como VS e Vitalogy), mas que não traz grandes diferenças na prática - embora seja totalmente perceptível a diferença. O segundo CD ainda traz seis faixas da época que ficaram de fora do disco em 1991. O DVD traz apenas o especial MTV Unplugged, de 1992 (inédito em DVD), com mixagem de som em 5.1.
Comentários sobre a edição: Por mim, não faria diferença se houvesse apenas um CD reunindo o álbum original mais as sobras de estúdio e que o DVD fosse mais bem explorado. Veja só: a edição especial do The Joshua Tree do U2, além de dois CDs bem aproveitados, o DVD traz um show de 80 minutos gravados em Paris em 1987, mais um documentário da época e até legendas em português. Pena que só tem importado. A apresentação – cheia de vibração – permanecia inédita em DVD, apesar de circular aos montes pela internet, em cópia pirata.
Procedência: nacional Preço: R$ 169,90 na Saraiva

Ten (duplo – 2CDs) – Composto, basicamente, pela ‘Legacy Edition’, sem o DVD, mas com os mesmos dois CDs.
Comentários sobre a edição: Ainda acho caro para apenas dois discos. Nesses tempos de crise, então.
Procedência: nacional Preço: R$ 64,90 na Cultura /R$ 79,90 na Submarino

Ten (Collector’s Edition Box Set) – A caixa que é o Santo Grall para os fãs do grupo e do disco. Este box, além dos dois CDs e do DVD da Legacy Edition ainda tem, vamos lá: quatro LPs, um duplo com as dez faixas originais, devidamente remasterizadas, mais a edição de dez faixas remixadas por Brendan O’Brien, e o outro duplo, com o show ‘Drop in the Park’, gravado ao vivo no Magnuson Park, em Seattle, no dia 20 de setembro de 1992, incluindo as dez músicas do álbum de estúdio. Achou pouco? O pacote inclui uma fita cassete (isso mesmo, uma fita cassete), com a réplica da demo Momma-Son, que trazia as versões ainda cruas de “Alive”, “Once” e “Footsteps”, além de uma réplica do diário de Eddie Vedder, memorabilia e arquivos do próprio Vedder e Jeff Ament. Ufa! O problema é só o preço.
Comentários sobre a edição: Para os fãs com muito, mas muito dinheiro, um mimo obrigatório.
Procedência: importado Preço: US$ 134,90 na Amazon / R$ 1.079,90 na Cultura

Ten (Vinil duplo) – São dois LPs, um com o disco original remasterizado, o outro com as dez remixagens de Brendan O’Brien (sem as faixas bônus)
Comentários sobre a edição: Indicado apenas para saudosistas ou entusiastas da volta dos velhos bolachões.
Procedência: importado Preço: US$ 24,98 na Amazon

Página do Jornal da Paraíba com a matéria original - clique para ampliar


Candeeiro Encantado é novo espaço indie em João Pessoa

O Centro Histórico de João Pessoa parece reviver novamente, a partir da iniciativa de jovens empreenderes dispostos a alavancar a cena musical/cultural independente da cidade.

Sábado passado, Carolina Morena e cia. abriram o Espaço Mundo, com bastante sucesso.

Para o dia 14 de maio, está marcada a inauguração do Candeeiro Encantado, espaço erguido a partir das cinzas do saudoso Galpão 14.

O Galpão 14 tem papel fundamental na cena roqueira e alternativa da cidade. Por lá passaram bandas como Forgotten Boys e Matanza e era palco para o festival Aumenta Que é Rock. Fechou as portas no início deste ano, vencido (por nocaute) pela falta de apoio e viabilidade.

O Candeeiro Encantado tem a proposta de viabilizar shows bacanas de pequeno e médio porte e integra o circulto alternativo.

A festa do dia 14 de maio é para convidados. Já no dia seguinte (15), a casa abre ao som de Totonho (que deve contar com a participação especial de Lula Queiroga) e Emboscada. No sábado (16), rola o som do Sonora, Néctar do Groove e DJ 440 (Olinda).

O contato com a casa pode ser feito pelo e-mail: candeeiroencantado@gmail.com

Promete.

sábado, 25 de abril de 2009

Onde estava Susan Boyle?

A esta altura do campeonato, você já ouviu falar em Susan Boyle, a aspirante a cantora que surpreendeu o mundo em um show de calouros na TV britânica.

Se não, dá uma olhada no famoso vídeo, agora com legendas em português!

Conheci Susan Boyle através de uma dica no Twitter, que me levou a um vídeo no Youtube. Portanto, se não existissem essas duas ferramentas, eu, você e o mundo, provavelmente nunca teríamos ouvido falar na cantora de 47 anos. A não ser os telespectadores de um canal a cabo inglês que, me parece, não tem mais audiência que um E! ou VH1.

Susan Boyle impressionou o mundo por ser o azarão de um show de calouros. Feia e desengonçada, do tipo que Vinicius de Moraes pediria perdão, ela entrou no palco, rebateu as perguntas dos jurados com ótimo humor, encarou os rostos de reprovação do público, pôs-se a cantar, surpreendeu todo mundo e tornou-se a mega celebridade do momento, mostrando que, com ajuda da web, a classe operária vai mais rápida ao paraíso.

Se não fosse pela internet, você não teria lido e visto tanta coisa sobre ela nos últimos dias. Ela teria feito seu show, surpreendido os jurados e fechado contrato com uma gravadora. Os executivos tinham dado um banho de loja na senhora inglesa, enviado-a a um spa, aplicado botox e a venderia como a nova Celine Dion, investindo milhares de dólares na divulgação de suas músicas e na estampa da cantora.

A histórica apresentação se tornaria uma nota de radapé na biografia da moça e uma rápida citação do texto de divulgação para a imprensa.

Como hoje, tudo é em tempo real, todo mundo pode acompanhar o marco zero da carreira de Susan Boyle, que leva pessoas às lágrimas com suas notas cristalinas perfeitas, começa até a ditar as novas tendências da moda e pode até ser tema de filme estrelado por ninguém menos que Nicole Kidman.

Uma coisa que eu me pergunte desde que vi (e ouvi) Susan Boyle pela primeira vez, no Britain’s Got Talent, é: onde esteve Susan Boyle por quase 50 anos que ninguém viu ou ouviu? Sim, porque a postura da escocesa no palco é tão firme, e tão segura, que só me leva a pensar que trata-se de uma veterana do showbusiness do Reino Unido, embora afirme que nunca tivera a chance de se apresentar para uma grande audiência.

Susan Boyle mostrou que não era uma caloura comum. Sua desenvoltura não deixa margens de que se trata de uma ocasional cantora de chuveiro. Para ter o domínio do palco e da voz como ela tem, são necessários alguns anos de experiência. E por que palcos ela passou, que ninguém notou a fabulosa voz da cantora?

Na internet, já começam a aparecer vídeos de quando ela tinha 25 anos. Portanto, não foi naquele dia que ela saiu da cama e pensou em cantar em um show de calouros. Será que ninguém sequer notou a potencialidade de sua voz, mesmo num karaokê. Mesmo no vilarejo de onde ela diz ter vindo, ninguém com sensibilidade o bastante reconheceu que estava diante de uma das maiores vozes da redondeza.

Isso apenas me intriga. Um talento dessa magnitude aparecer aos quase 50 anos. E porque só agora ela resolveu mostrar seu dotes ao mundo? Não, não estou desconfiando de cascata por parte do programa ou dizendo que estamos diante de algum caso tipo Milli Vanilli, mas é uma coisa que não me sai da cabeça.

O fenômeno Susan Boyle pode ser tanto algo espontâneo da parte de uma senhorinha com um tremendo domínio da voz - porquê ao contrário de outros fenômenos de programas de calouros, Susan Boyle não tem apenas uma voz afinada, mas sabe onde colocar cada nota, é uma cantora pronta - que, desempregada, resolveu tentar a sorte em um programa de TV, quanto uma bela jogada para alavancar o programa que já é manjado em todo o mundo de uma rede de tevê inglesa menor.

Um dos enigmas mais intrigantes que apareceu na tela do meu computador desde o último episódio de Fringe. Vocês não acham?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Rock com acordes sujos de graxa


JP-Crítica*
Por André Cananéa

O vovô Neil Young poderia ter se tornado um sexagenário resmungão, depois de uma vida dedicada a compor canções com letras excepcionalmente bem escritas sobre as mazelas do mundo. Mas muito pelo contrário. No alto de seus 63 anos de idade, ele cai na estrada – literalmente – a bordo do LincVolt, projeto que transforma seu Lincoln Continental 1959 conversível de duas toneladas e meia - divididas em seis metros de comprimento - em um carro movido a eletricidade.

É essa máquina que impulsiona Fork In The Road (importado, US$ 19), seu 32º álbum de carreira, recém-lançado nos Estados Unidos. É o carro ecologicamente correto, cortando os Estados Unidos via a famosa Rota 66, que inspira as letras do novo trabalho. Afinal, como canta em “Just singing a song”, não é só cantando música que se muda o mundo. Tem que ter atitude também.

Para curtir a viagem, sacar as letras é fundamental. Mas Fork In The Road não é dos mais engajados discos de Young. O papo aqui é carro, estrada e mulher. Obcecado por carros antigos, o músico canadense retoma o tema de Chrome Dreams 2 (sonhos cromados, numa referência a carros antigos), disco lançado há dois anos – curiosamente, Chrome Dreams 1 nunca chegou a ser lançado.

As referências são diretas: “Fuel line”’ (mangueira de combustível), “Get behind the wheel” (assuma a direção) e “Hit the road” (pegar a estrada) são alguns dos títulos das faixas. O single (o primeiro deste 2002, com direito a vídeos que podem ser vistos no site oficial do cantor), “Johnny magic’’, é um tributo a Jonathan Goodwin, o mecânico que cuida do projeto LincVolt.
Mas temas atuais não são deixados de lado. A guerra no Iraque (na faixa-título “Fork in the road”) e a crise econômica mundial (“Cough up the bucks”) são citadas em meio a um disco vigoroso, que deixa as baladas de folk e country comendo poeira e acelera com acordes sujos de graxa. O hard rock e o blues garageiro são os combustíveis que impulsionam esse trabalho. Aumente o volume e curta a viagem.

* Publicado no JP Crítica, pág. 4 do caderno Vida & Arte da edição de 23 de abril de 2009 do Jornal da Paraíba.

Ney traz 'Inclassificáveis' a João Pessoa dia 10 de maio


(texto de divulgação)

Para delírio dos fãs, Ney Matogrosso estará em João Pessoa, dia 10 de maio, no Teatro Paulo Pontes, com seu show sucesso em todo o país: “Inclassificáveis”. Ney - um dos intérpretes mais consagrados da MPB - reunirá canções de compositores renomados e novos compositores. Entre eles Cazuza, Frejat, Caetano Veloso, Arnaldo Antunes e Dan Nakagawa. Vendas na Amaryllis (3247-5800), da avenida Edson Ramalho, 445, loja 105, Manaíra. Preços de R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia entrada). O show começa às 20h.

“Inclassificáveis” é um espetáculo de música popular brasileira com uma roupagem pop que tem direção musical de Emílio Carrera, ex-integrante do grupo “Secos e Molhados”. O cantor mesclará no repertório composições novas com clássicos da MPB. “O Tempo não pára” (Cazuza), “Divino e Maravilhoso” (Caetano Veloso), “Um Pouco de Calor” (Dan Nakanawa), “Ouça-me” (Itamar Assunção) e “Inclassificáveis” (Arnaldo Antunes) estão entre as músicas escolhidas pelo compositor. O novo espetáculo contará com figurino de Ocimar Versolato e cenário de Milton Cunha.

No palco Ney vai estar acompanhado de Carlinhos Noronha (baixo), Júnior Meirelles (guitarra/ violão), Sérgio Machado (bateria), Emilio Carrera ( piano, teclado e direção musical), DJ Tubarão ( Percussão e pick up) e Felipe Roseno ( percussão).

Ney de Souza Pereira, o Ney Matogrosso, é filho de militar, morou no Recife, Salvador, Rio de Janeiro e em Campo Grande. Aos 17 anos de idade, deixou a casa de sua família, decidido a ingressar na Aeronáutica. Trabalhou no laboratório de anatomia patológica do Hospital de Base de Brasília. Mais tarde, passou a fazer recreação com crianças.

Integrou, nessa época, um quarteto vocal, com o qual participou de um festival universitário e chegou a atuar em um programa de televisão. Em 1966 viajou para o Rio de Janeiro, decidido a ser ator. Para se manter, trabalhou com confecção e venda de peças de artesanato em couro. Adepto da filosofia hippie, viveu, nesse período, entre o Rio, São Paulo e Brasília, até conhecer João Ricardo, que procurava um cantor de voz aguda para formar um conjunto musical.

Em 1971, mudou-se para São Paulo e passou a integrar, juntamente com João Ricardo e Gerson Conrad, o Secos e Molhados. Adotando o nome artístico de Ney Matogrosso, ensaiou durante um ano com o grupo, com o qual estreou profissionalmente em 1973, realizou diversos shows e gravou dois LPs com muito sucesso. Com a dissolução dos Secos e Molhados, no ano seguinte, iniciou carreira solo.

Em 1975, gravou seu primeiro LP como artista solista, "Ney Matogrosso", com destaque para a canção "América do Sul" (Paulo Machado). Em seguida, apresentou-se no Rio e em São Paulo, singularizando-se no cenário artístico por sua voz aguda e por sua performance em palco, apresentando-se maquiado e fantasiado. Trabalhou em Milão com Astor Piazzolla, com quem gravou um compacto duplo.

Lançou, em 1976, o LP "Bandido", obtendo sucesso com a faixa "Bandido corazón" (Rita Lee), e, no ano seguinte, o LP "Pecado", contendo "Da cor do pecado" (Bororó), "Tigresa" (Caetano Veloso), "San Vicente" (Milton Nascimento e Fernando Brant) e "Sangue latino" (João Ricardo e Paulinho Mendonça), entre outras canções.

Ney Matogrosso já gravou 34 discos (e cds), numa impressionante marca de quase uma obra por ano. Em João Pessoa, estará com seu novo espetáculo, “Inclassificáveis”, mas também mostra grandes sucessos que consagraram seus 36 anos de carreira.


INCLASSIFICÁVEIS - REPERTÓRIO

1- O TEMPO NÃO PARA – Cazuza / Arnaldo Brandão

2- MAL NESCESSARIO - Mauro Kwitko

3- FRATERNO – Pedro Luis

4- LEVE – Iara Rennó / Alice Ruiz

5- OUÇA-ME – Itamar Assumpção / Alice Ruiz

6- UM POUCO DE CALOR – Dan Nakagawa

7- NOVAMENTE – Fred Martins / Alexandre Lemos

8- MENTE, MENTE – Robinson Borba

9- LEMA – Carlos Rennó / Lokaua Kanza

10- SEA - Jorge Drexler

11- CAVALEIRO DE ARUANDA – Tony Osanah

12- POR QUE A GENTE É ASSIM – Cazuza / Ezequiel Neves / Frejat

13- COISAS DA VIDA – Alzira Espindola / Itamar Assumpção

14- ODE AOS RATOS - Chico Buarque / Edu Lobo

15- INCLASSIFICÁVEIS – Arnaldo Antunes

16- VEJA BEM, MEU BEM – Marcelo Camelo

17- CORAGEM, CORAÇÃO – Cláudio Monjope / Carlos Rennó

18- DIVINO MARAVILHOSO - Caetano Veloso / Gilberto Gil

19- SIMPLES DESEJO - Daniel Carlomagno / Jair Oliveira

20- PRO DIA NASCER FELIZ – Cazuza / Frejat


Serviço

Ney Matogrosso - Inclassificáveis
Quando: 10 de maio (domingo)
Onde: Teatro Paulo Pontes (Espaço Cultural, João Pessoa, Paraíba)
Quanto: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia entrada)
Vendas: Amaryllis (3247-5800), da avenida Edson Ramalho, 445, loja 105, Manaíra.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

IV Cineport - Encontros, fóruns e oficinas

2º- ENCONTRO DOS CINECLUBISTAS DA PARAÍBA

Dando continuidade ao encontro de cineclubistas, que aconteceu na edição anterior do Festival, a ABD-PB, com o patrocínio da ENERGISA, realiza o segundo encontro dentro da programação do Festival CINEPORT.


Convidados

Antonio Claudino de Jesus | Presidente do Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros (CNC) e Vice-Presidente do Comitê Executivo da Federação Internacional de Cineclubes (FICC).
Guido Lemos| Guido Lemos (Coordenador do LAVID, Doutor em Ciência da Computação, Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital LAVID – UFPB)
Liuba de Medeiros| Diretora do CNC Regional NE-2; Tesoureira da ABD-PB, Tintin Cineclube.
Ricardo Oliveira |Jornalista e mestrando em Culturas Midiáticas Audiovisuais pela UFPB, escreve resenhas cinematográficas para o Guia Cenário Cultural e tem críticas publicadas no Jornal da Paraíba.
Ramon Porto | Estudante de História, cinéfilo e editor da Margem.
Renato Felix | Jornalista do Jornal da Paraíba e critico de cinema. Edita o http://renatofelix.wordpress.com

Mediadores

Fernando Trevas Falcone | Ex-cineclubista do Cineclube Filipéia, pesquisador, jornalista e professor universitário.
Luiz Antonio Mousinho| Professor do Departamento de Comunicação e da Pós-graduação em Letras da UFPB e pesquisador do CNPq, desenvolve projeto sobre cinema brasileiro contemporâneo.
Arthur Lins |Cinéfilo produtor cultural da TV UFPB, mestrando de Literatura e Cinema de Letras da UFPB e cineasta.

Programação

Dia 1

Manhã | Recepção e credenciamento dos cineclubes
14h-15h| Abertura do encontro: apresentação dos cineclubes e encaminhamentos
15h-18h | Mesa redonda DIREITOS DO PÚBLICO: POR ONDE ANDAM OS FILMES BRASILEIROS?
Convidados| Antonio Claudino de Jesus (presidente do CNC)
Liuba de Medeiros (Tintin Cineclube).
Mediador | Fernando Trevas Falcone (pesquisador)
Noite | Noite de abertura Cineport:

Dia 2

8h-12h | Oficina de formação em cineclubismo
12h -14h | almoço
14h-16h | Mesa-redonda BAIXA O TEU QUE EU BAIXO O MEU: OS CINÉFILOS NA ERA DA INTERNET E DAS TECNOLOGIAS PORTÁTEIS.
Convidados | Guido Lemos (LAVID – UFPB)
Ricardo Oliveira (jornalista)
Mediador | Arthur Lins (cineasta).
16h-18h | QUE TAL UM CINEMINHA? – O RAIO X DA CINEFILIA PARAIBANA.
Convidados | Ramon Porto (cinéfilo) Renato Felix (Jornalista)
Mediador | Luis Antonio Mousinho (professor)
Noite | Sessão Cineport: competitiva#1


Dia 3
8h-12h | Oficina básica de cineclubismo
12h -14h | almoço
14-16h | Grupo de Trabalho: fechar o circuito de exibição e criação do ambiente virtual do blog.
16h-18h | Redação da Carta dos Cineclubes Paraibanos com novas propostas para os governos estadual, federal e para os festivais de cinema.
Encerramento


FÓRUM AUDIOVISUAL


Mesa: Desenvolvimento Audiovisual da Paraíba
Objetivo: Estabelecer um canal de discussão democrático e participativo sobre as principais questões que envolvem o audiovisual, tanto em seu aspecto artístico-cultural quanto mercadológico.
Convidados:
Maisa Duarte, gestora do projeto Cenário Cultural Sebrae-PB
Carla Francine, coordenadora de Cinema, Vídeo e Fotografia da Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco)
Cátia Oliveira, assessora de audiovisual do Minc - Regional NE
Mediador: Carlos Dowling, presidente da ABD-PB
Data: 06 de maio
Local: Hotel Imperial
Hora: 10h

Mesa: DOCTV-CPLP - Situação e Perspectivas
Objetivo: Discutir o mais importante programa do Governo Federal para produção independente em níveis regionais e mundiais com a inclusão do DOCTV para os países de língua portuguesa.
Convidados: João de Lima (TVUFPB), Max Eluard (TV Cultura) e Henrique Andrade (TVE - Bahia)
Moderador: Fábio ( Energisa)
Data: 08 de maio
Local: Hotel Imperial
Horário: 09 h.

Mesa: Co-produção Brasil/Portugal/África
Objetivo: Apresentação de projetos de co-produção bem sucedidos e de projetos em fase de capitação, dentro do espaço Brasil, Portugal e África.
Convidados: realizadores e produtores da CPLP
Moderador: Henrique Frade
Data: 08 de maio
Local: Hotel Imperial
Hora: 11h

OFICINA REDE CINEPORT DE COOPERAÇÃO AUDIOVISUAL

Com o intuito de promover a cooperação, voltada sobretudo para a formação do audiovisual entre jovens, nos países membros da CPLP, a organização do Festival CINEPORT idealizou um programa que será apresentado e discutido com ONG´s que atuam no meio cinematográfico destes países.

Local: Hotel Imperial


1ª PARTE – FORMAÇÃO DO OLHAR

Dia 2 – Sábado

14H00 - AS DIRETRIZES DA REDE CINEPORT DE COOPERAÇAO:
O Festival CINEPORT e a formação da Rede. O protagonismo das organizações governamentais e não governamentais dos países de língua portuguesa. Desafios e Perspectivas.

Apresentação: Mônica Botelho

14H30 - MESA 1 - AUDIOVISUAL E IDENTIDADE LOCAL.
A utilização do audiovisual para a construção das identidades locais. Novas tecnologias a serviço do imaginário coletivo. Patrimônio imaterial. Patrimônio audiovisual: Cinematecas, Museus da imagem e do som. Alfabetização audiovisual.

Apresentação: Marcos Pimentel

16H00 - MESA 2 – CONVERSAS.
Exibição e análise dos filmes do projeto “Um Olhar Particular”. Encontro com o cineasta Geraldo Veloso, Minas Gerais, Brasil, realizador do projeto.

Mediador: Marcos Pimentel

Dia 3 – Domingo

14H00 - FILME “CRÍTICO”.
Exibição do longa metragem onde críticos e cineastas discutem o cinema a partir do conflito que existe ente o artista e o observador, o criador e o crítico.

16H00 - MESA 3 – CONVERSAS.
Encontro com Kléber Mendonça Filho, crítico, curador e cineasta pernambucano, realizador do filme “Crítico”. (a confirmar)

Mediador: Marcos Pimentel

Dia 4 – Segunda-feira

14H00 – MOSTRA DOC BRASIL
Mostra da produção independente de documentários no Brasil.

16H00 - MESA 4 – CONVERSAS.
Desafios e perspectivas para a produção independente de documentários no Brasil. Encontro com vários realizadores presentes no Festival CINEPORT. (nomes a confirmar)
Convidados: Cavi Borges – Rio de Janeiro, Marilia rocha – Minas Gerais.
Mediação: Marcos Pimentel

Dia 5 – Terça-feira

14H00 – MOSTRA “PERIFERIAS DO BRASIL”.
Exibição de produções audiovisuais realizados por moradores de comunidades brasileiras em favelas, vilas e aglomerados.

16H00 - MESA 5 – CONVERSAS.
A experiência brasileira de construção de identidades locais em áreas consideradas de risco a partir da ferramenta audiovisual. Debate com realizadores pertencentes a estes grupos sociais.
Convidados: Geraldo Damasceno – Ponto de Cultura Acartes – Fortaleza – Ceara; Marcio Blanco do Festival "Visões Periféricas" e do FEPA - Fórum de Experiências Populares em Audiovisual. Ponto BR Paraw’iva.



2ª PARTE – FORMAÇÃO DA REDE:

Dia 6 – Quarta-feira

14H00 - MESA 6 - MUNDO DIGITAL E AS REDES CRIATIVAS.
O Desenvolvimento das mídias eletrônicas; direito cultural; concentração de monopólios; a Sociedade da Informação e Conhecimento; movimentos sociais em redes; direito à comunicação; diversidade cultural; o Colaborativismo: novas dinâmicas de trabalho no mundo atual. Convergência Tecnológica. Novos ambientes para aprendizado em Rede.
Apresentação: César Piva

16H00 - PAINEL DE EXPERIÊNCIAS PRÁTICAS BEM SUCEDIDAS
O Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura do Brasil. Programa Ponto BR da TV Brasil. Pontos de Cultura Digital.
Mediador: César Piva da e Carlos Dowling



Dia 7 – Quinta-feira

14H00 - MESA 7 – SOCIEDADE EM REDE E AS MÍDIAS COLABORATIVAS.
Esse módulo será uma exposição, reflexão, debate e experimentação de ferramentas e plataformas de comunicação e informação em tempo de cultura digital. O que são e quais são as Mídias Colaborativas? Redes Sociais: novas práticas da inteligência coletiva; copyleft; creative commons; mídias móveis, agregadores, outros recursos.

Apresentação: Rodrigo Minelli do LabMídia da UFMG. (a confirmar)

16H00 - CAINDO NA REDE: MÓDULO PRÁTICO 1.
Esse módulo será o momento de ativação prática da Rede Cineport de Cooperação – RECINEPORT na Internet, com a criação e postagem de perfis dos participantes, fóruns, chats, midiatecas. Treinamento para postagem de vídeos, áudio, fotos, textos, outros aplicativos de hipermídia, logins de acesso, sistemas de convites e participação em todos os ambientes: o papel do animador – facilitador da rede.

Apresentação: Gustavo Baldez da Fábrica do Futuro e Rodrigo Minelli do LabMídia da UFMG

Dia 8 – Sexta-feira

14H00 - CAINDO NA REDE: MÓDULO PRÁTICO 2.
Dinâmicas de integração do grupo, processos colaborativos. Tecnologias de diálogos. Dinâmicas de espaço aberto. Provocações mediadas. Articulações institucionais. Desenvolvimento de estratégias locais. Sustentabilidade.

Apresentação: César Piva

16H00 - CAINDO NA REDE: MÓDULO PRÁTICO 3.
Grupos de trabalho. Funcionamento. Parcerias. Midiateca. Formação. Cronogramas e Agendas.

Mediação: César Piva e Marcos Pimentel


3ª PARTE – EVENTOS PÚBLICOS

Dia 8 - Sexta-feira.

21h00 – Espetáculo “Atrás da Retina Sempre” da Cia Ormeo de Dança e Teatro.
Participação interativa do coletivo da Rede na apresentação da Cia em seu vídeo-performance com a cobertura através de câmeras de vídeo e foto, celulares, iphones, e outros.


Dia 9 – Sábado

14H00 - FÓRUM REDE CINEPORT DE COOPERAÇÃO AUDIOVISUAL.

Mesa Redonda: Convidados: Sebrae Paraíba – Regina Vieira - Sebrae Minas; Manoel Rangel - ANCICE; Gustavo Dah - Centro Técnico do Audiovisual CTAV-RJ, Secretaria Estadual e Municipal de Cultura; (nomes a confirmar)

Mediação: Mônica Botelho

16H00 – PAINEL DE EXPERIENCIAS.

Projetos bem sucedidos no Brasil nas áreas de formação, criação, produção, distribuição e difusão.
Convidados: Leandro Saraiva – TV Brasil (difusão); Rodrigo Minelli – Labmídia UFMG(formação); Cesar Piva – Fabrica do Futuro (Aprendizado em Rede); Film Comission da Bahia (produção) ; Isabelle Cabral – Pipa Produções (distribuição) (nomes a confirmar)

Mediação: Marcos Pimentel

Lançamento do livro: “Economia Criativa: uma nova perspectiva” que reúne os Anais do I Seminário Nacional de Economia Criativa, realizado no Ceará, pela Via Comunicação e Cultura em parceria com o SEBRAE,BNB, FUNCAP e Fecomércio. Presenças: Rachel Gadelha e Maria Amélia Mamede, diretoras da Via de Comunicação e Cultura. (a confirmar)



OFICINA VIDEOARTE

O cinema de artista está transformando a experiência do cinema em suas dimensões discursiva (narrativas, montagem), arquitetônica (as condições de projeção das imagens) e tecnológica (produção, edição e exibição). O cinema de vanguarda (anos de 1920), o cinema experimental (anos de 1950-60), a vídeoarte (1960-2000) e o cinema de museu (a partir dos anos 1980), propõe a experimentação como forma. Neste curso, iremos pensar as principais tendências do cinema de artista no Brasil.
Dias: 7, 8 e 9
Hora: 10 às 13horas
Local: Usina Cultural Energisa - Sala Digital
Ministrante: André Parente
Programa:
Cinema e dispositivo: as novas tecnologias
Cinema e corpo: a videoarte
Cinema, fotografia e arquivo: as novas tecnologias
Cinema, interatividade e imersividade: as instalações


EXPOSIÇÕES


Alícia Ferreira

A brasileira Alicia Ferreira oferece ao público um olhar sobre o cotidiano de Moçambique.

Local: Galeria de Arte
Data: 01 a 10



Bode Arte

A figura do bode, no imaginário da cultura nordestina, está inserida em todas as vertentes da arte popular. Para esta edição o CINEPORT convidou dez artistas plásticos paraibanos para realizar intervenções em dez esculturas de bodes, que serão expostas na Usina Cultural Energisa. No final do festival os bodes serão leiloados e a renda revertida para instituições filantrópicas.

Local: Usina Cultural Energisa
Data: 01 a 10



Luz na Paraíba

Um passeio pelo cinema paraibano através da fotografia: de Walfredo Rodriguez aos dias atuais.

Local: Sala Digital
Data: 01 a 10




ESPETÁCULO DE DANÇA


Se fixa na retina para sempre

A Cia Ormeo nasceu do projeto de arte-educação Café com Pão Arte Confusão, criado em 2000, na cidade de Cataguases (Minas Gerais) como um espaço democrático de formação artística, patrocinado pela ENERGISA. O espetáculo de dança Se fixa na Retina para sempre, é parte da trilogia acerca da interatividade entre corporalidades: imagens em vídeo, superfícies de projeção e sonoridades.

Local: Galeria de Arte
Data: 08
Hora: 23:00



Ficha Técnica do espetáculo:
Direção: Daniela Guimarães
Assistente de Direção: Elizabeth Scaldaferri
Dramaturgia: Miriam Gaspar
Edição de Imagens ao vivo: Alessandro Arbex
Câmera 1- Mauro Pianta
Câmera 2- Rodrigo Soares
Assistente: Gustavo
Imagens pré-gravadas: Bianca Clarimundo, Carlos Gonçalves
Improvisador-Músico: Fábio Luna
Improvisador-Ilumimador: Rogério Mendonça
Improvisadores - Cia Ormeo Teatro-dança:
Daniela Guimarães
David Peixoto
Deliana Domingues
Elizabeth Scaldaferri
Joel Rocha
Marcus Diego
Rayane Rodrigues
Tatiane Dias
Produção Executiva: Fausto Menta
Produção: Etiene Trevizano

LANÇAMENTOS DE LIVROS

Local: Livraria CINEPORT
Hora: 18:00


Dia 02: Cinema em Movimento - Aida Marques


Dia 03: Academia Paraibana de Cinema - Wills Leal
- Regulamento do prêmio anual da A.P.C.
- Livro-catálogo do diretório da A.P.C.
- Agenda do Cinema Paraibano
- Boletim informativo da A.P.C.


Dia 04: Minerar o branco - Ronaldo Werneck


Dia 05: Nação jaguaribe - Gustavo Moura e Wênio Pinheiro


Dia 06: Lançamentos de livros de Rogério Sganzerla pela atriz Helena Ignez
- Bandido da luz vermelha - roteiro
- Encontros
- Tudo é Brasill


Dia 07: Emiliano Queiroz: na sobremesa da vida – Maria Letícia Oliveira



Dia 08: Wladimir Carvalho: pedras na lua e peleja no planalto - Carlos Alberto Mattos
Orlando Senna – o homem da montanha - Hermes Leal


Dia 09: Geração 59 – Organizador Vanildo Brito

IV Cinerpot: sessões e mostras especiais

Só lembrando: os dias e horários ainda não foram divulgados. A produção do Cineport deve liberar a grade completa até esta quinta-feira.

SESSÃO ESPECIAL DE ABERTURA

Filme: Sob o céu nordestino – Walfredo Rodrigues
Orquestra de Câmara de João Pessoa

SESSÃO TROFÉU HUMBERTO MAURO

O Troféu Humberto Mauro, a cada edição do CINEPORT, é conferido a personalidades do cinema do Brasil, Portugal e África. Nesta edição os homenageados são: os brasileiros Helena Ignez e Linduarte Noronha, a moçambicana Isabel Noronha e a portugues Teresa Villaverde.


Homenageada Helena Ignez – Brasil

Filmes: Cançao de Baal – Helena Ignez
Signo do caos – Rogério Sganzerla
Homenageada Isabel Noronha – Moçambique

Filmes: Ngwenya, o crocodilo
Mãe dos netos
Trilogia das novas familias
Homenageada Teresa Villaverde – Portugal

Filmes: Transe

Mutantes



SESSÃO HOMENAGENS


Filme: A casa do Polanah de Fábio Carvalho

Uma homenagem ao ator e assistente de direção moçambicano Rui Polanah, pela sua contribuição ao cinema brasileiro.


Filme: O batedor de carteiras de Aloísio Taixeira

Uma homenagem ao cineasta baiano Aloísio Teixeira de Carvalho, um dos diretores mais importantes da época de ouro das chanchadas do cinema brasileiro. No CINEPORT será exibida a cópia restaurada do filme O batedor de carteiras com o comediante Zé Trindade.


Filme: O cineasta da terra de Manfredo Caldas

Uma homenagem ao cineasta Linduarte Noronha, considerado um dos percussores do Cinema Novo com o seu filme Aruanda.


Filme: Retratos da vida – Emiliano Queiroz de Maria Letícia Oliveira

Emiliano Queiroz, menino ingênuo de Aracati, Ceará, começou a interpretar ainda na escolinha infantil e fez de sua vida uma crescente carreira, com personagens inesquecíveis na televisão, como o Dirceu Borboleta, de O Bem-amado.


SESSÃO CINEVOLANTE

As sessões serão realizadas dentro da intinerância do projeto da Prefeitura Municipal de João Pessoa.O projeto percorre as praças da cidade levando cinema

Filmes:

Cândido
Mãe dos netos
È dedra ser angolano
Os balões de 74


HOMENAGEM AO COLETIVO LAS LUZINEIDES

A sessão é uma homenagem ao coletivo de produção audiovisual ¡Las Luzineides!, que iniciou suas atividades no final de 1998. Especializado na realização de curtas-metragens e em produção cultural, produziu uma série de vídeos e filmes, documentais e ficcionais, sempre focados em projetos independentes e realizações autorais. Por seus filmes, ¡Las Luzineides! já recebeu vários prêmios.


CONVENÇÃO MUNDIAL DAS LUZINEIDES


Local: Sala Digital
Data: 07
Hora: 18h

Vídeozine # 1
(doc, 19:07 min, cor, super VHS, 1998, JP)
É um pássaro? É um avião? Não. Nossos vizinhos espaciais.

O sintomático making of de Constantino ou silencio no supermercado por favor!
(doc, 10:31 min, cor, super VHS, 2000, JP)
Making of do curta A sintomática narrativa de Constantino, de Carlos Dowling.

Bailarina
(experimental, 1:31 min, cor, VHS, 2000, JP)
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro.

Luzineides 10 plus 1, de Carlos Dowling
(vinheta, 30”, cor, mini-dv, 2009, JP)
Só vim mostrar o que aprendi.

Um detalhe Luzi, de Arthur Lins
(doc/fic, 8’, cor, mini-dv, 2009, JP)
Ainda assim ele é o rei, like a virgin.

Por umas cabaças a mais, de Ramon Porto Mota e Anacã Agra
(fic, 9’, cor, mini-dv , 2009, CG)
Uma estranha sem nome adentra a cidade carregando um caixão.

Branca das neves, de Bruno Wanderley
(fic, 5 min, cor, mini-dv / 16mm, 2009, JP)
Walt disney tem razão, a vida está suspensa por um fiapo de cabelo.

Bric-à-brac, de Gian Orsini
(fic, 5',2009, mini-DV,cor)
Tudo o que sua Barbie sempre quis ser.

Kill jesuino, de Ely Marques
(fic, 5',2009, mini-DV,cor)
Cala a boca, Luzineide!

Baú de memórias, Ricardo Peixoto
(doc, 8',2009, mini-DV,cor)
Bricolagem, material de arquivo: amigos bons

Birita e anarquia, de Igor Cabral
(vídeo clip, 3',2009, hi-8,cor, 2009)
Show do Ovnis Gay na despedida do bar do Ricardo, na feirinha de Tambaú, precisamente ao lado do banheiro.

Kizuiu, de Abraão Matheus
(experimental, 3'40, câmera fotográfica,cor, 2009)
O ET de Guarabira ataca novamente.

Animais em você, de Marcelo Pinheiro
(vídeo clip, 3',2009, betacam,cor, 2009)
Foi no Sanatório Bar onde tudo aconteceu.

MOSTRA BRASIL 2008 - Ficção


A guerra dos rocha - Jorge Fernando
Feliz natal - Selton Mello
Orquestra dos meninos – Paulo Thiago
Última parada 174 – Bruno Barreto
Nossa vida não cabe num opala – Reinaldo Pinheiro
Romance – Guel Arraes
Onde andará Dulce Veiga - Guilherme de Almeida Prado
Deserto feliz – Paulo Caldas

MOSTRA BRASIL 2008 - Documentário


Condor – Roberto Mader
Juízo – Maria Augusta Ramos
Panair do Brasil – Marco Altberg
O tempo e o lugar – Eduardo Escorel
Romance do vaqueiro voador – Manfredo Caldas




SESSÕES ESPECIAIS


SESSÃO VER E FAZER FILMES


Filmes: O diplomático – Universidade Federal Fluminense
A cartomante – Universidade Federal de Minas Gerais
A chinela turca - Escola Superior de Teatro e Cinema de Portugal

Estes filmes foram realizados no âmbito do Festival Ver e fazer filmes/Edição CINEPORT, realizado na cidade de Cataguases Minas Gerais em dezembro de 2008. Os filmes são adaptações da obra de Machado de Assis.


SESSÃO PREMIERE PARAIBANAS

Gravidade – Torquato Joel
Aqui e agora – Torquato Joel
O Sonho de Inacim – Eliézer Rolim


SESSÃO LANÇAMENTOS


Filme: Second life

O polêmico filme de Alexandre Valente, Second Life será lançado no Brasil durante o Festival CINEPORT.

IV Cineport: Troféu Andorinha Digital (correto)

Cometi um erro no título da postagem anterior (já corrigido). Na verdade, ali era só o Andorinha. Agora, vai a lista de concorrentes para o Andorinha Digital.

TROFÉU ANDORINHA DIGITAL

Concorrem ao Troféu Andorinha Digital filmes brasileiros, portugueses e africanos nas categorias: animação, ficção longa, ficção curta, documentário longa, documentário curta. Estes filmes foram selecionados por uma comissão formada por profissionais e críticos do cinema brasileiros.


ANIMAÇÃO


O anão que virou gigante – Marão (Rio de Janeiro - RJ)
Terra – Sávio Leite (Belo Horizonte - MG)
Josué e o pé de macaxeira – Diogo Viegas (Rio de Janeiro – RJ)
Calango lento – morte e vida sem ver água – Fernando Miller (São Paulo – SP)
Guisado de galinha – Joana Toste (Vila do Conde – Portugal)
Cândido – José Pedro Cavalheiro (Vila do Conde – Portugal)
Cães marinheiros Joana Toste (Vila do Conde – Portugal)
Melodia amarga – Pedro Moura (Vila do Conde – Portugal)
Annual report- Cristina Braga (Vila do Conde – Portugal)
A meio da noite – Fernando José Saraiva (Vila do Conde – Portugal)
Jardim das cores – Guilherme Reis (Belo Horizonte - MG)
As minhas calças favoritas – Ivan Inácio Khan (Maputo – Moçambique)

FICÇÃO LONGA

Juventude – Domingos Oliveira (Rio De Janeiro – Rj)
Corrupção – Utopia Filmes (Lisboa – Portugal)
Cristovão Colombo – o enigma – Manoel Oliveira (Lisboa – Portugal)
As teias da aranha - Sol de Carvalho (Maputo – Moçambique)

FICÇÃO CURTA


Os sapatos de Aristeu – René Guerra (São Paulo – SP)
Picolé, pintinho e pipa – Gustavo Melo (Rio de Janeiro – RJ)
Superbarroco - Renata Pinheiro (Recife – PE)
Engano – Paulo Camacho (Rio de Janeiro – RJ)
Dez elefantes – Eva Randolph (Niterói – RJ)
Dois coveiros – Gilson Vargas (Porto Alegre – RS)
Intervalo – Luís Manuel Almeida (Coimbra – Portugal)
Lygia de pele pele - Helena Lustosa (Rio de Janeiro – RJ)
Odisséia – Rita Palma (Lisboa – Portugal)
Atlântico – Fábio Meira (Rio de Janeiro – RJ)
O atirador – Juliano Verardi (Porto Alegre – RS)
El justiceiro – Tiago Sousa (Coimbra – Portugal)
A demolição – Aleques Eiterer Rio de Janeiro – Rj)
Na terra das monções – Marcelo Domingues (Capela do Alto - Portugal)
Superfície - Rui Xavier (Vila do Conde – Portugal)
Corrente – Rodrigo Areias (Vila do Conde – Portugal)
Kunta – Ângelo Torres (São Tomé e Príncipe)
Quando falta o amor – Alberto Botelho (Luanda - Angola)
I love you - Rodrigo Manjati (Maputo - Moçambique)
Fevereiro – Francisco Botelho (Brasil)
Olímpia I e II – Gabriel Abrantes (Portugal)


DOCUMENTÁRIO LONGA


Acácio - Marília Rocha (Belo Horizonte – MG)
Cidadão boilesen – Chaim Litewski (Rio de Janeiro – RJ)
Só dez por cento é mentira – Pedro Cézar (Rio de Janeiro – RJ)
Juruna, o espirito da floresta – Armando Lacerda (Brasília – DF)
KFZ-1348 – Gabriel Moscaro e Marcelo Pedroso (Recife – PE)
Da vida das bonecas – Neni Glock (Oeiras – Portugal)
Adeus, até amanha de manhã – Antõnio Escudeiro (Lisboa – Portugal)
Diario de Sintra – Paula Gaetan (Rio De Janeiro – RJ)
Pachamama – Erick Rocha (Rio De Janeiro – RJ)
Hóspedes da noite - Licínio Azevedo (Maputo - Moçambique)
É dedra ser angolano – Coletivo Fazuma (Luanda - Angola)
Diário de aquário – Luís Carlos Lacerda ( Rio de Janeiro – RJ)
Silêncio da mulher – Gabriel Mondlane ( Maputo – Moçambique)
Sonho de criança – Manuel Abreu ( Maputo – Moçambique)
Muitos dias tem um mês – Margarida Leitão (Portugal)

DOCUMENTÁRIO CURTA


Tarabatara – Júlia Zacka (São Paulo – SP)
A casa dos mortos – Débora Diniz (Brasília – DF)
A tal guerreira – Marcelo Caetano (São Paulo – SP)
Menino aranha – Mariana Lacerda (São Paulo – SP)
Loucos de futebol - Haider Gomes (Fortaleza – CE)
Eu quero tomar café – Rainny Brandão e Iglay Edeiros (João Pessoa-PB)
A ocasião seguinte – Rita Brás e Cláudia Alves (Lisboa – Portugal)
O Guarani – Cláudio Marques e Marília Hughes (Salvador – BA)
Vissungos, fragmentos da tradição oral – Cássio Gusson (São Paulo – SP)
Sinal Fechado – Alexandre Santos e Jurandyr França (Parnamirim – RN)
Os balões de 74 – Luciano Soares Mariz (Campina Grande – PB)
Você tem Identidade? – Marcelo Reis (Belo Horizonte – MG)
Se todos fossem iguais - Fernando Barcellos e Joyce Santos (Rio De Janeiro – RJ)

IV Cineport: os filmes seleciados para o Troféu Andorinha

Agora, os selecionados para o Troféu Andorinha, precedido do texto enviado pela produção do evento:

TROFÉU ANDORINHA

Concorrem ao troféu Andorinha nas suas diversas categorias os filmes brasileiros e portugueses lançados comercialmente no ano de 2008. Os filmes e os profissionais indicados serão avaliados por um júri internacional durante o Festival. A indicação dos concorrentes brasileiros foi baseada nas indicações da Academia Brasileira de Cinema e pela Direção do Festival CINEPORT. As indicações portuguesas foram feitas por uma comissão formada pro profissionais de cinema de Portugal. A cerimônia de entrega dos Troféus Andorinha será realizada no dia 09 de maio, às 20h00, na Estação Cabo Branco em João Pessoa, Paraíba.



FILMES BRASILEIROS

Chega de saudade
Encarnação do demônio
Estômago
Linha de passe
Meu nome não é Johnny
Nome próprio
Os desafinados

FILMES PORTUGUESES

Mal nascida
Call girl
A outra margem
Goodnight Irene
Aquele querido mês de agosto
Love bird
As duas faces da guerra



INDICADOS



MELHOR FILME E DIRETOR DE FICÇÃO:

Estômago de Marco Jorge (Brasil)
Good Night Irene de Paolo Marinou Blanco (Portugal)


MELHOR FOTOGRAFIA FICÇÃO:

Linha de Passe de Walter Sales – Indicado: Mauro Pinheiro(Brasil)
A Outra Margem de Luís Felipe Rocha – Indicado: Edgard Moura(Portugal)


MELHOR PRODUTOR (PORTUGAL)

Good Night Irene de Paolo Marinou Blanco (Portugal) – Indicados: Maria João Mayer e François DÁrtemare


MELHOR PRODUTOR (BRASIL)

Estômago de Marco Jorge Indicados:Claudia da Natividade, Fabrizio Donvito e Marco Cohen


MELHOR MONTAGEM FICÇÃO:

Meu Nome não é Johnny de Mauro lima – Indicados: Marcelo Moraes (Brasil)
Mal Nascida de João Canijo – Indicado: João Braz (Portugal)
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

A Encarnação do Demônio de José Mojica Marins – Indicado: Cássio Amarante ( Brasil)
Call Girl de Antônio Pedro Vasconcelos – Indicado: João Torres (Portugal)


MELHOR TRILHA SONORA

Os Desafinados de Valter Lima Júnior – Indicado: Wagner Tiso (Brasil)
Meu Nome Não é Johnny de Mauro Lima – indicados: Fábio Mondego, Fael Mondego, Marco Tommaso e mauro Lima (Brasil)
Mal Nascida de João Canijo – Indicado: Olivier Blanc, Ricardo Leal e Gèrard Rosseau (Portugal)


MELHOR FIGURINO

A outra margem de Luís Felipe Rocha – Indicado: Isabel Branco (Portugal)
Chega de saudade de Laís Bodansky – Indicado: André Cimonetti


MELHOR ROTEIRO

Meu nome não é johnny de Mauro lima – Indicados: Mariza Leão e Mauro Lima (Brasil)
Estômago de Marco Jorge – Indicados: Claúdia Natividade, favbrizio Donvito, Luisa Silvestre e Marcos Jorge (Brasil)
Aquele querido mês de agosto de Miguel Gomes – Indicados: Miguel Góes, Maria Ricardo e Telmo Churro (Portugal)


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Meu nome não é johnny de Mauro lima – Indicado: Júlia Lemertz (Brasil)
Mal nascida de João Canijo – Indicado: Márcia Breia (Portugal)


MELHOR ATOR COADJUVANTE

Estômago de Marco Jorge Indicado:Babu Santana ( Brasil)
Love birds de Bruno de Almeida – Indicado: Fernando Lopes (Portugal)


MELHOR ATRIZ

Nome próprio de Murilo Sales – Indicado: Leandra Leal
Call girl de Antônio Pedro Vasconcelos – Indicado: Soraya Chaves


MELHOR ATOR

Meu nome não é Johnny de Mauro lima – Indicado: Selton Melo (Brasil)
A outra margem de Luís Felipe Rocha – Indicado: Filipe Duarte(Portugal)





MELHOR FILME DOCUMENTÁRIO
MELHOR MONTAGEM DE DOCUMENTÁRIO

O mistério do samba de Carolina Jabor e Lula Buarque de Hollanda
Montagem: Natara Ney

As duas faces da guerra de Diana Andringa e Flora Gomes
Montagem: Bruno Cabral

IV Cineport - programação musical

Gostei do que foi divulgado. Aqui vai a seleção:

Dia 01 - Hamilton Holanda – Brasil
Hamilton é um músico contemporâneo que faz, sem exagero, apenas boa música. Um artista de imensa brasilidade que, para defini-lo seria preciso adicionar, além do choro, a fluência do improvisador do jazz, a energia de um rockeiro, o swing de um sambista, a precisão de um músico erudito, o vocabulário da música brasileira e o inesperado toque do gênio.


Dia 02 – Lula Queiroga – Brasil
O pernambucano Lula Queiroga é reconhecido pela crítica especializada como um dos poucos na música brasileira que continuam com o dom de surpreender. Lula lançou-se fazendo história. Seu álbum de estréia, Baque Solto (1983), em parceria com Lenine, é um dos primeiros registros de investimento numa tentativa de rock com música nordestina. Hoje, a mistura de sons e ritmos é um dos elementos que tornam sua obra tão admirada.


Dia 03 – Jeferson Gonçalves – Brasil
Gaitista com raízes no blues, faz um som com influências da música nordestina.


Dia 04 – Suzana Travassos – Portugal
Jovem cantora portuguesa do Algarve que mistura música de raiz com o mais puro jazz.


Dia 05 - Tambor de Três – São Tomé/Portugal/Angola
Com uma formação que remete ao espírito de congraçamento do Festival formado por músicos de Angola, São Tomé e Portugal.


Dia 06 – Batida – Angola
Coletivo de DJ´s angolano.


Dia 07 – Flávio Cavalcanti e Zacharias Nepomuceno – Brasil
Duas das mais influentes bandas da cena rock paraibana juntas numa noite antológica.


Dia 08 – Ghorwane – Moçambique
A Gohorwane é uma das mais populares bandas de Moçambique. A base da música são os ritmos tradicionais moçambicanos com afropop fusion. A banda também é conhecida pelo seu engajamento com as questões políticas e sociais de Moçambique.

Dia 09 – Chico César – Brasil


Dia 10 – Orquestra de Câmara de João Pessoa
Concerto com duração de 50 minutos que constará de trechos de trilhas musicais os filmes paraibanos.

Baluarte
CINEPORT abre espaço para novos nomes da música paraibana.

IV Cinerpot divulga programação

O Cineport acabou de liberar a programação. Como estou neste momento trabalhando na matéria do festival para a edição desta quinta-feira do Jornal da Paraíba, vou liberar, por enquanto, os curtas parabaibanos que concorrem ao Prêmio Energisa de estímulo ao audiovisual paraibano, na versão extendida (com todos os detalhes de cada produção).

De acordo com a produção, esta mostra competitiva apresenta produções paraibanas recentes, a Energisa, que é a principal patrocinadora do festival, criou o Prêmio Energisa no valor de R$ 20 mil que será concedido para o melhor filme da mostra, escolhido por um júri formado por profissionais brasileiros.

Categoria: ANIMAÇÃO

1 - Filme: LELÊ (João Pessoa – PB)
Diretor: Carlos Dowling e Shiko
Ano: 2008
ANIMAÇÃO
Duração: 4m
Suporte: Mini-DV
Direção de Animação e Edição: Daniel Monguilhott
Desenhos: Shiko
Assistentes de Animação: Alisson Ricardo da Costa e Jacqueline de Oliveira
Produção: Carlos Dowling
Patrocínio: FIC – Lei Augusto dos Anjos
Música de ChicoCorrea & ElectronicBand
Composição de Jonathas Falcão
Produtores Associados: Juan Dowling, Maria Carmela Buonfiglio

Sinopse
Da solidão agreste espacial de Lelê, que abandona o seu amor clamando em um satélite e sai para ver a terra.


Categoria: DOCUMENTÁRIO CURTA

2 - Filme: DUAS VEZES NÃO SE FAZ (João Pessoa – PB)
Diretor: Marcus Vilar
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 12m
Suporte: Mini-DV
Diretor e Roterio: Marcus Vilar
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 12m
Suporte: Mini-DV
Produção: Durval Leal Filho
Consultoria: Ligia Tavares, Paulo Rosa, Tarcisio Cordeiro
Consultoria de Roteiro: Ligia Tavares, Willis Leal
Música Original: Eli-Eri Moura
Montagem: Carlos Carvalho, Marcus Vilar, Durval Leal Filho
Fotografia e Câmera: joão Carlos Beltrão
Som Direto: Lúcio Cesar
Edição de Som: Guga S. Rocha
Narração: Luiz Carlos Vasconcelos
Programação Visual: Miguel Felipe

Sinopse
Um filme poema sobre a Ponta do Cabo Branco, extremo oriental das Américas, mostrando sua lenta degradação pelas correntes marítimas e o fluxo das marés, acentuado nas últimas décadas pela a intervenção humana. Um grito de alerta para a preservação de um dos mais importantes monumentos naturais do Brasil.

3 - Filme: CRIAS DA PIOLLIN (João Pessoa – PB)
Diretor: Bertrand Lira
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 56m
Suporte: Mini-DV, DV CAM
Diretor, Argumento, Roteiro, Diretor de Fotografia: Bertrand Lira
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 56m
Suporte: Mini-DV, DV CAM
Assistente de direção: Heleno Bernardo
Câmera: Daslei Ribeiro, Bertrand Lira e Yorster Queiroga
Som Direto: Yorster Queiroga, Daslei Ribeiro e Heleno Bernardo
Edição: Bertrand Lira e Thiago Falcão
Técnico de Edição: Thiago Falcão
Música Original: Thiago Leiros Costa
Still: Bertrand Lira, Yorster Queiroga e Heleno Bernardo
Foto de abertura do palhaço Xuxu: Gustavo Moura

Sinopse
No final dos anos 70, um grupo de jovens ocupa um convento abandonado e funda um espaço (a Escola Piollin) para produzir e pesquisar teatro e termina por envolver a comunidade em torno num trabalho permanente de arte-educação. Dessa ação, surge um dos grupos mais importantes do país, que projetou seus integrantes no teatro e no cinema nacional. “Crias da Piollin” documenta a carreira do grupo Piollin, alternando sua trajetória de sucesso com as atividades da escola junto a crianças e adolescentes em situação de risco.

4 - Filme: ARQUEOLOGIA DA MEMÓRIA: A CERÂMICA DE GINA DANTAS (Cabedelo – PB)
Diretor: Elisa Cabral e Laurita Caldas
Ano: 2007
DOC CURTA
Duração: 7m 22s
Suporte: Mini-DV, DVD
Música: Tribo Éthnos

Sinopse
A expressividade gestual e simbólica da cerâmica de Gina Dantas,
numa concepção poético-musical.

5 - Filme: O GUARDADOR (João Pessoa – PB)
Diretor: Diego Benevides
Ano: 2007
DOC CURTA
Duração: 8m
Suporte: Mini-DV
Produção de Set: Lívia Teixeira e Luiza Elbaniza
Depoimentos: Fernando Batista Guimarães

Sinopse
Um funcionário de um laboratório de anatomia e algumas histórias pra contar.

6 - Filme: 1500-CIRCULAR (João Pessoa – PB)
Diretor: Chico Sales
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 16m
Suporte: DV CAM
Produção executiva: Ana Isaura Nogueira
Fotografia, Câmera: Victor Ramalho
Desenho de som: Guga S. Rocha
Edição e finalização: Jaime du Prado
Trilha sonora: Lucazz

Sinopse
Imerso no espaço/tempo da mais extensa linha de ônibus da capital paraibana, dentro/fora do veículo fluem variados cenários urbanos, e passageiros viajam em seu pensar/viver cotidiano
7 – Filme: N.E.G.O (João Pessoa – PB)
Diretor: Chico Sales e Mayk Nascimento
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 15m
Suporte: Mini-DV
Roteiro: Chico Sales, Maria Eunice Boreal, Mayk Nascimento
Câmera, Fotografia: Leandro Cunha
Som Direto, Edição de Som: Guga S. Rocha
Edição, Finalização: Jaime du prado

Elenco
Gladson Souza, Isadora Feitosa

Sinopse
Neste Estado eu governo e ordeno.

8 - Filme: PENSAMENTO VAI...PENSAMENTO VEM...(João Pessoa – PB)
Diretor: Vivian Maite Castro
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 6m
Suporte: HDV, DV CAM
Produção: Arthur Lins e Vivian Castro
Edição: Ely Marques
Fotografia: Leandro Cunha
Assistente de Fotografia: Daniel Prado
Som: Thomas Freitas
Narração: Mariana Uchoa
Poemas: Ademar Tavares, Jayme de Altavila, Jaime dos G., Wanderley, J Freire Ribeiro, Jayme Griz, Gilka Machado, Luis da Câmera Cascudo

Sinopse
A poesia valoriza as coisas vulgares ou tornadas banais pela visão diária. Tradição nordestina, a rede incita o prazer, a preguiça. Toma o nosso feito, contamina-se com nossos hábitos. Seu balanço denota um ritmo do viver cotidiano daqueles que curtem e buscam os momentos de estar à toa.

9 - Filme: A QUE PREÇO? (Cabedelo – PB)
Diretor, Produção: Eduardo Chaves de Oliveira
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 13m
Suporte: Mini-DV
Produção PETIR: Ana Teixeira
Fotografia: Chico Sales
Assistente: Jonas Nascimento, Michael Sampaio
Edição: Renato Gallotti e Ismael Farias

Sinopse
Mais de 4,8 milhões de crianças e adolescentes exercem algum tipo de trabalho no Brasil. Ombros frágeis que, diariamente, carregam o peso da pobreza, concretizado na responsabilidade de contribuir com a sobrevivência da família ou mesmo de ter que suprir pequenas demandas de consumo – ter uma roupa melhor ou um tênis, muitas vezes. Da infância e dos sonhos negados, restam marcas físicas e emocionais permanentes, diante das quais o documentário “A que preço?” lança seu questionamento. Com imagens captadas nas cidades de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita e Sapé, sob a direção de Eduardo Chaves, o vídeo motiva a discussão sobre essa perversa realidade, a partir de relatos de pessoas de diversas faixas-etárias, marcadas pela experiência do trabalho precoce. A opinião popular e o discurso especializado dialogam com imagens de flagrantes do Trabalho Infantil na Capital paraibana, deixando ao espectador à interpretação

10 - Filme: BRINCANTES VISIONÁRIOS (João Pessoa – PB)
Diretor: Elinaldo Rodrigues
Ano: 2007
DOC CURTA
Duração: 20m
Suporte: Mini-DV
Câmeras: João Carlos Brandão, Lúcio César, Niu Batista
Elétrica e Iluminação: Lúcio César
Microfonista: Irapuan Sobral
Diretor de Fotografia: João Carlos Beltrão
Edição, Mixagem de Som, Finalização: Ely Marques
Produtor Executivo: Heleno Bernardo

Participação Especial
Emilson Ribeiro, mestres Mané Baixinho, Pirralhinho, João do Boi e Vavai, e dos grupos Boi de Reis Estrela do Norte, Cavalo Marinho Infantil e Ciranda do Sol.

Sinopse
A vida pulsa numa trincheira de luta em defesa da cultura popular, onde mestres e brincantes narram sua saga enfrentando a opressão social urbana com criatividade e amor pela arte.

11 – Filme: PELA TELA PELA JANELA (Campina Grande – PB)
Diretor, Roteiro, Edição: Nycolas Albuquerque
Ano: 2007
DOC CURTA
Duração: 16m
Suporte: Mini-DV
Produção: Cecília Porto e Nycolas Albuquerque
Direção de fotografia: Iomana Rocha
Direção de Áudio, Trilha Sonora: Guga S. Rocha

Elenco
Torquato Joel, Marcus Vilar, Carlos Dowling, Bruno de Sales, Bertrand Lira, João Carlos Beltrão
Sinopse
Como a criança constrói seu imaginário através do cinema, como o cinema pode contribuir para a formação de uma pessoa melhor, sua relação com o meio e com a tela.

12 - Filme: CORAGEM MULHER (João Pessoa – PB)
Diretor: Mislene Santos
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 20m
Suporte: Mini-DV
Produção, Pesquisa, Roteiro, Edição: Mislene Santos e Christine Ferreira
Finalização: Neto Oliveira e André Canibas
Animação: Neto Oliveira
Câmeras: José de Arimatéia, Flodoaldo Lisboa, Matheus Andrade e Sebáh Possidônio.

Sinopse
Segundo a organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil.
Para dar mais segurança às mulheres, em agosto de 2006 foi criada a Lei Maria da Penha. Após a criação da Lei, aumentaram as denúncias, mas ainda não cessaram as agressões.
Quem passou pela violência doméstica, traz marcas físicas e psicológicas que o tempo não apaga. Como se sentem essas mulheres? Onde estão os autores das agressões? Como são tratadas as mulheres que reagiram aos seus agressores?
Estes questionamentos constroem a narrativa de Coragem Mulher; que expõe e repercute o drama de quem viveu a violência doméstica.

13 - Filme: AMANDA E MONICK (Campina Grande – PB)
Diretor: André da Costa Pinto
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 18m
Suporte: Mini-DV
Direção de Fotografia: João Carlos Beltrão
Direção de Som, Edição de Som: Guga S. Rocha
Direção de Arte: Carlos Mosca
Direção de Produção: Carol Torquato, Henrique Neto
Montagem: André da Costa Pinto, Carlos Carvalho
Finalização: Carlos Carvalho
Assistentes de Direção: Felipe Augusto Simplicio, Alberto Simplicio
Assistente de Som: Bernardo Hennys
Assistente de Fotografia: Lúcio César
Assistente de Arte: Suzyanne Lima
Assistentes de Produção: Marcela Campos, Hiago Kayke, Aderval Lima (Neguinho), Eliomar Ramolie
Realização: Universidade Estadual da Paraíba-Departamento de Comunicação Social, Medonho Produções
Trilha Sonora: Banda Repercussão: Val Donato (vocal), Thiago Barbosa (Tambor), Alcides de Souza (percussão), DJ Hunter (eletrônica), Weskley Roberto (Guitarra), Igor Nóbrega (baixo).

Sinopse
Dois travestis, um professor e o outro aluno vivem em realidades totalmente opostas, mas têm suas vidas cruzadas a partir do momento em que entram na sala de aula. " Porque o que vale em qualquer relacionamento é a felicidade"

14 - Filme: NA LATA (João Pessoa – PB)
Diretor, Produção, Roteiro, Montagem, Argumento, Edição, Fotografia, Câmera: Afonso Manoel da Silva Barbosa e Enver José Lopes Cabral
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 13m 55s
Suporte: Mini-DV

Sinopse
José é um catador de lixo, que vive numa favela localizada na capital da Paraíba. Ele trabalha os sete dias da semana no intento de sustentar sua família, percorrendo com seu carro de mão as ruas da cidade. Este documentário mostra o cotidiano desse brasileiro que, apesar das dificuldades que enfrenta, entre elas, os problemas de saúde que possui, traz consigo uma maneira muito peculiar de ver a vida.


15 - Filme: INSTRUMENTO DETECTOR DE ALGUMA COISA (Cabedelo – PB)
Diretor, Fotografia, Edição: Otto Cabral
Ano: 2007
DOC CURTA
Duração: 9m 45s
Suporte: Mini-DV
Produção: Tractana Filmes

Sinopse
No mundo todo já está disseminado.

16 - Filme: SINÉZIO, O FENÔMENO (Cabedelo – PB)
Diretor, Fotografia: Otto Cabral
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 9m
Suporte: Mini-DV
Montagem: Otto Cabral, Theygo Lopes
Som, Trilha Sonora: Guga S. Rocha
Produção: Pigmento Cinematográfico

Sinopse
O jogo é jogado, o lambari é pescado.

17- Filme: CHÃ DE FORA (Cabedelo – PB)
Diretor, Fotografia: Otto Cabral
Ano: 2009
DOC CURTA
Duração: 6m 22s
Suporte: Mini-DV
Montagem: Otto Cabral, Theygo Lopes
Argumento: Otto Cabral, Murilo Santos
Produção: Murilo Santos, Marcelino

Sinopse
O melhor pedaço já está garantido.

18 - Filme: A LÍNGUA LAVRA (João Pessoa – PB)
Diretor: Mônica Fidelis
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 23m
Suporte: Mini-DV

19 – Filme: AOS PEDAÇOS (CAMPINA GRANDE – PB)
Diretor: Taciano Valério
Ano: 2009
DOC CURTA
Duração: 8m
Suporte: DV CAM
Roteiro: Ely Marques, Taciano Valério
Produção: Daniele Freire
Montagem: Ely Marques
Trilha Sonora: Jorge Ribas
Editor de Som: Guga S. Rocha
Direção de Arte: Breno César, Taciano Valério
Figurino: Hipólito Lucena

Elenco
Hipólito Lucena, Raniel Lucena, Rafael Lucena, Gabriel Valério, Zezita Matos, Andresa Ventura Marques, Ronaldo Nerys, Amazile Vieira

Sinopse
A vida ou um filme pode se acabar aos pedaços quando há a difícil conciliação entre a arte e a vida doméstica de um diretor.


20 - Filme: SWEET KAROLYNE (João Pessoa – PB)
Diretor: Ana Bárbara Ramos
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 13m
Suporte: HI-8, Mini-DV
Roteiro: Ana Bárbara Ramos, Bruno de Sales
Produção: Ana Bárbara Ramos, Gabriela Dowling
Ass. de produção: Cristhine Lucena
Edição: Ely Marques
Direção de fotografia e Câmera: Igor Cabral
Imagens adicionais: Bruno de Sales
Still: Leandro Cunha
Co-produção: ABD-PB, Pigmento Cinematográfico

Sinopse
Sweet Karolynne, os bons tempos nunca pareceram tão bons.


21 - Filme: UMA HISTÓRIA DE PESCADOR (Cabedelo – PB)
Diretor: Lilia Tandaya
Ano: 2009
DOC CURTA
Duração: 28m
Suporte: Videoarte em formato para DVD, Mini-DV

22 - Filme: O PASSEIO NA VIDA DA MATÉRIA (João Pessoa – PB)
Diretor: Bruno de Sales
Ano: 2009
DOC CURTA
Duração: 15m
Suporte: Mini-DV
Montagem: Ely marques
Produção: Andréia de Sales
Consultoria: Bráulio Tavares
Vozes Búlgaras: Ivan Hlebarov, Vânia Perrazzo
Figurantes: Irapuãn Sobral, Ana Célia Farias, Antônio, Cruvina
Empresa Produtora: Pigmento Cinematográfico

Sinopse
O objetivo é de preparar a humanidade para entrar em contato com seres extraterrenos, nossos irmãos.

23 - Filme: ESSAS MULHERES (João Pessoa – PB)
Diretor: Allyson Viana, Carol Caldas, Janaína Aires, Jéssica Nascimento, Lucas Pontes, Maria Silva
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 5m 30s
Suporte: DVD, Mini-DV

Sinopse
Documentário sobre a condição feminina nos dias atuais. Selecionado para o I Festival Universitário de Música Cultura e Arte – I FUMUCA/UFPB; selecionado para o III Jampa Vídeo Festival promovido pelo Sesc de João Pessoa

24 - Filme: MULHERES EM CAMPUS (João Pessoa – PB)
Diretor: Virgínia de Oliveira Silva
An0: 2008
DOC CURTA
Duração: 28m
Suporte: DVD, Mini-DV

Sinopse
Registro do cotidiano de algumas mulheres (estudantes, professoras e funcionárias...) no Campus de João Pessoa da UFPB: seus sonhos, seus limites e suas superações. O meio universitário, intelectual e racional por excelência, já teria resolvido o problema do machismo? Teria concretizado políticas públicas voltadas para as questões específicas do gênero feminino? E para as portadoras de necessidades especiais? Esse documentário dá a voz a algumas mulheres em busca de possíveis respostas ou dicas.

25 - Filme: LÚCIO LINS-DE CORPO E BARCO (João Pessoa – PB)
Diretor: André Morais
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 28m
Suporte: Vídeo Digital
Câmera: André Morais, Jorge Bweres

Sinopse
O vídeo-documentário “Lúcio Lins- de Corpo e Barco” lança um olhar poético sobre a vida e a obra do poeta paraibano Lúcio Lins, figura importante no cenário da poesia e da música no estado da Paraíba. O documentário é um registro histórico e afetivo desse artista, sua relação com o mar, com sua terra e seu papel como artista atuante de sua época.
Com uma obra cheia de simbologia e de imensa riqueza estética, Lúcio Lins fez de sua poesia um encontro entre diversas vertentes artísticas. Desses encontros surgiram fortes laços afetivos. A história desse poeta é contada pela família e pelos amigos de vida e arte com muita emoção e saudade, eles são os principais narradores dessa trajetória.
Para os que conhecem a obra do autor será um momento de reencontro, para os que não conhecem será a oportunidade de iniciar o vínculo com uma obra de extrema sensibilidade.

26 - Filme: MARIA DAS DORES E DOS MARES (João Pessoa – PB)
Diretor: André Morais
Ano: 2008
DOC CURTA
Duração: 18m
Suporte: Vídeo Digital
Câmera: André Morais, Michelle Silva

Sinopse
Maria que nasceu de uma dor em pleno dia de São João. Maria que fez dessa dor um alimento para sua vida e sua arte. “Maria das Dores e dos Mares” é um depoimento sincero e emocionado da artista plástica maranhense Maria dos Mares. Sua história, sua vinda do Maranhão para a Paraíba, sua relação com o mar, com o barro e com as mulheres que tanto fizeram parte de sua vida e são retratadas em suas obras. Nesse registro é também revelado um lado pouco conhecido da artista: seu contato com as palavras e com o fazer poético.
O encontro dela com o espectador é íntimo e verdadeiro, e a delicadeza de suas palavras é o veículo para um laço mais forte com a sua arte.

Categoria: FICÇÃO CURTA

27 - Filme: ENRAIZADOS (João Pessoa – PB)
Diretor: Niu Batista
Ano: 2008
FIC CURTA
Duração: 13m 42s
Suporte: Mini-DV
Produção: Roseli Ferreira
Assist. Produção: Natércia Suassuna
Fotografia: João Carlos Beltrão
Som Direto: Lúcio César
Maquiagem: Williams Muniz
Edição: Lúcio César, Diego Benevides, Marco Di Aurélio
Trilha Sonora: Roberto Araújo, Marcelinho Vasconcelos

Elenco
Marco Di Aurélio, Chico Viola

Sinopse
Os irmãos Salustiano e Minervino enraizados numa essência de sentimentos, referências e traumas, num cotidiano de um habitat singular, mostram um drama que flui de questionamentos antagônicos.
Com o realismo estético do sertão nordestino, o vídeo transcende regionalismos, sem apologia à seca.

28 - Filme: IDADE DO VENTO (João Pessoa – PB)
Diretor: Nycolas Albuquerque
Ano: 2007
FIC CURTA
Duração: 15m
Suporte: Mini-DV
Produção: Cíntua Guedes, Julliane Balbino
Direção de Fotografia: Breno César
Direção de Arte: Iomana Rocha
Direção de Áudio, Trilha Sonora: Guga S. Rocha
Iluminação: Renato Hennys
Still: Poliana Urtiga
Identidade Visual: Franz Lima
Assistente de Produção: Juliana Montenegro, Julie Manuelle, Mirella Burity, Helton Paulino
Assistente de Fotografia: Bruno de Sales
Assistente de Arte: Iramaya Rocha
Assistente de Áudio: Bernardo Hennys
Making Of: Danielle Freire, Renato Hennys

Elenco
Napoleão Gutemberg, Joyce Donato, Sílvia Almeida, Chicão de Bodocongó, Vanessa Pontes Ribeiro, Julio César Costa Vieira, Fabiano Raposo, Glestiano Tavares, José Sankárshana, Gleyriston Oliveira, Helton Paulino, Guga S. Rocha, Iomana Rocha, Nycolas Albuquerque, Cíntia Guedes

Sinopse
A sétima arte e suas representações históricas visitadas através do vídeo, do corte, da luz, da leitura, do espectro, do espectador, da não narrativa e do referencial.

29 - Filme: TERRA ERMA (Campina Grande – PB)
Diretor: Helton Paulino
Ano: 2008
FIC CURTA
Duração: 15m
Suporte: Mini-DV
Produtor Executivo: Ronaldo Nerys
Direção de Produção: Aíla Samira
Diretor de Fotografia, Câmera: Bruno de Sales
Diretor de Arte: Carlos Mosca
Diretor de Áudio, Som Direto, Trilha Sonora: Guga S. Rocha
Diretor de Elenco: André da Costa Pinto
Produtora de Figurino: Danielle Freire
Diretor de Platô: Felipe Carneiro
Editor: Ely Marques
1º Assistente de Direção, Continuísta: Jhesús Tribuzi
2º Assistente de Direção: Fabiano Raposo
Maquiagem, Cabeleireiro: Aline Santiago
1º Assistente de Direção de Arte: Emídio Medeiros
2º Assistente de Direção de Arte, Figurino: Fabrício França
Assistente Som Direto: Bernardo Hennys
Assistentes de Platô: Caroline Torquato, Emanoella Callou, Cristianne Melo, Lunara Araújo
Claquete: Ramon Porto
Maquinista: Fábio Fernandes
Still/ Making Of: Gustavo Floresta
Contra-regra: Larri Douglas
Motoristas - Eribaldo Santos / Hélio Emiliano

Elenco
Gagah, Ronaldo Nerys, Bárbara Dias

Sinopse
Em meio a solidão e a tristeza de uma vida, um homem se satisfaz em ir diariamente ao terminal rodoviário de sua cidade, ficando a perambular pelos portões de embarque e desembarque assistindo ao cotidiano dos reencontros e das despedidas das inúmeras pessoas que por ali passam.

30 – Filme: O PLANO DO CACHORRO (João Pessoa – PB)
Diretor: Arthur Lins e Ely Marques
Ano: 2008
FIC CURTA
Duração: 10m
Suporte: 16mm, Mini-DV
Direção de produção: Ana Barbara Ramos, Cristhine Lucena e Liuba de Medeiros
Direção de fotografia: João Carlos Beltrão
Direção de som: Guga S. Rocha
Direção de arte: Iomana Rocha
Roteiro: Arthur Lins
Montagem: Arthur Lins, Ely Marques e Shirley Martins
Trilha sonora: Lato Kaaos, Orlando Freitas e Guga S. Rocha

Elenco
Flávio Melo e Nanego Lira

Sinopse
Cachorros vagam solitários esperando a morte chegar.

31 - Filme: TEM BICHO NO MEIO DO CAMINHO (Cabedelo – PB)
Diretor: Ismael Farias
Ano: 2008
FIC CURTA
Duração: 12m
Suporte: Vídeo, Mini-DV

terça-feira, 21 de abril de 2009

Motown em edição caprichada


JP-Crítica*
Por André Cananéa

Alguns selos têm tanto (ou mais) prestígio quanto as estrelas que ajudou a criar. É o caso da Motown, a gravadora que lançou algumas das maiores obras-primas da música pop negra norte-americana. Nomes como Stevie Wonder, The Supremes e Marvin Gaye (cuja morte completou 25 anos, anteontem) integravam o cast da Motown, que este ano comemora 50 anos de sua fundação.

Para celebrar a data, a Universal (que hoje detém o nome e acervo da gravadora) colocou nas lojas o álbum triplo Motown 50 (R$ 50, em média), com a compilação de 50 faixas selecionadas pelos fãs, através da internet. No ano passado, a gravadora postou no site ofi cial 109 hits de sua coleção. Os 50 mais votados compõem os três discos do álbum.

A disposição das faixas obedece o critério de votação: assim, a popular “I want you back”, do Jackson 5, acabou sendo a mais votada e foi parar na primeira faixa do disco 1, enquanto “Please Mr. Postman”, com os Marvelettes, fi cou em 49º lugar - quase não entra, apesar de ter sido o primeiro compacto da Motown a alcançar o topo das paradas de sucesso.

Esse critério popular acabou deixando de fora algumas faixas obrigatórias, como “I’m coming out”, de Diana Ross, e dando mais espaço para um artista do que outro - Michael Jackson, por exemplo, comparece em seis faixas, solo ou com o Jackson 5, enquanto Stevie Wonder em apenas em duas. Mas o box tem o mérito de resgatar pérolas como a versão de Jackson para “Ain’t no sunshine” e grupos um pouco mais obscuros como The Detroit Spinners.

Mas é aquela coisa: o legado da gravadora é tão vasto e tão bom que qualquer 50 músicas que você colocar em uma coletânea já está valendo, e muito. Some a isso o tratamento nobre que as faixas receberam. Todas as canções foram minuciosamente remasterizadas e o resultado é, para dizer o mínimo, sublime. Mesmo que você tenha uma ótima coleção da Motown em CD, a sonoridade deste álbum triplo irá sobressair.

* Publicado no JP Crítica, pág. 4 do caderno Vida & Arte da edição de 03 de abril de 2009 do Jornal da Paraíba.

Show de Paul no Coachella mostra imagens do game dos Beatles

Isto foi no badalado festival Coachella, na semana passada, nos Estados Unidos: enquanto o bom e velho Paul McCartney cantava “Got to Get You Into My Life” (do LP Revolver, de 1966), rolava no telão imagens que, muito provavalmente, são do game The Beatles: Rock Band, a ser lançado em setembro para Xbox 360, PlayStation 3 e Nintendo Wii.



Não sabe o que é o Rock Band? É uma espécie de videokê, só que ao invés de cantar, você toca todos os instrumentos. Quem errar, vai perdendo ponto. Ou seja, a brincadeira é tocar músicas dos Beatles de olho na telinha.

Essa linha de jogo tornou-se uma febre mundial e muitos artistas de música, a exemplo do Metallica, tem seu próprio game.

Os joguinhos irão custar entre US$ 59 e US$ 249 - esta última com o kit completo de instrumentos.

O game chega às lojas no dia 09/09/09.

Nesse mesmo dia também saem todos os 12 álbuns de carreira do grupo inglês em edições remasterizadas.

O blog Game Life, da Wired, comentou que os álbuns receberão conteúdo em vídeo QuickTime. Serão minidocumentários a respeito da criação de cada um dos álbuns.

Matéria no site Geek lembrou que os CDs que estão hoje no mercado, cuja masterização é da virada dos anos 1980 para 1990, quando as gravações dos Beatles ganharam seus primeiros banhos digitais, não agradaram aos próprios Beatles e a fãs famosos, como Milton Nascimento.

O mineiro sempre foi taxativo ao preferir os antigos vinis aos CDs do quarteto de Liverpool. Mas as notícias dão conta de que a nova masterização será mais fiel à sonoridade dos vinis originais – e também será empregada no game.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Lendo, ouvindo, vendo...

Já que não faço mais parte da Fundação Espaço Cultural da Paraíba, me ocupando apenas com a editoria de cultura do Jornal da Paraíba, tenho aproveitado para botar em dia os filmes, os livros e os discos.

Eis o que andei vendo, lendo e ouvindo ultimamente...


DVD:
Jornada nas Estrelas - A Ira deKhan - Sabe como é, né? Um dia a Americanas faz um feirão e você compra do filme 1 ao 5 do Jornada nas Estrelas, mas nunca se sentiu suficiente nerd para assistí-los. Na época (isso tem uns 3 anos), ainda vi o primeiro. Ontem, vi o segundo e gostei bastante. Agora, já posso ir ao terceiro e assim por diante.

Laurel Canyon - A Rua das Tentações - Comprei pela internet e no dia que chegou, fui rever. Fita meio obscura de 2002, eu acho, traz elenco de primeira (Christian Bale, de Batman Begins, Frances McDormand, de Quase Famosos, a belezoca Kate Beckinsale, de Anjos da Noite, e Natascha McElhone, de Californication. Bale e Kate formam um casal de médicos super caretas que se mudam para Los Angeles para terminar seus estudos. Ficam na casa dele, uma produtora de discos de rock super pra frentex (McDormand, no papel extremamente oposto ao da mãe puritana de Quase Famosos). De onde vem a tentação? Bem, Bale tem que resistir a irresistível colega Natascha, e Bale, a abrir mão de seu mundo careta e sem sal para viver a liberdade do sexo, drogas e rock 'n' roll. O que me cativou nesse filme foi a direção segura de Lisa Cholodenko (acho que é assim que se escreve). Procure numa locadora perto de você.

Heavy-Metal. Documentário é uma ótima introdução ao mundo do rock pesado. Tem todos os grandes ídolos do gênero (só faltou o Metallica), aborda todos os quesitos do gênero (s0m, letra, vestimenta, etc), com opinião de sociólogos, musicistas, músicos e, claro, os fãs. É um dos melhores filmes desse gênero. Em tempo: não deixe de prestar atenção na cena black metal da Noruega. Lá é carrego: as bandas costumam queimar igreja e pregar o fim do cristianismo.

Rejeitados Pelo Diabo - Falando em metal, fita de terror dirigida por Rob Zombie. Eu gosto dos filmes trashes dele. Na fórmula batida do psicopata no meio do mato (na linha de Viagem Maldita), ele tempera seus enredos com ótimas referências pop. É quase o Kevin Smith do terror.




LIVRO/HQ
A Cultura da Convergencia - Li os dois primeiros capítulos do tão falado livro de Henry Jenkins. O primeiro capítulo é, realmente, frustrante. A idéia era avaliar a interação entre a audiência e a TV a partir da série americana Survivor. Mas acho que o professor se deixou levar demais pela discussão sobre a série, e esqueceu o foco da convergência. Gasta muita tinta com as intrigas dos fãs e não revela de que forma prática isso pode ser aplicado em estudos sobre novas mídias. O segundo capítulo - com enfoque no American Idol - é um pouco mais didático, com enfoque no marketing dos tempos convergentes. Estou entrando no terceiro agora: Matrix e a narrativa transmidiática. Em tempo: a introdução, com umas 50 páginas, é ótima.

Batman - Cavaleiro das Trevas - Enfim, li a clássica HQ de Frank Miller, em uma edição antiga (ainda da Abril) que comprei em uma lojas de quadrinhos aqui de João Pessoa. Psicolédica demais, hardcore demais. Boa demais. Agora eu gosto menos ainda do Cavaleiro das Trevas do cinema. Em tempo: ri demais como as gírias da época (final dos anos 80). Tem uma hora, os bandidos vão atacar alguém. Um deles chega para vítima e diz: -É ferro na boneca!!!! kkkkkkkkk



CD:
Tenho ido aos extramos. Passei alguns dias imerso no clássico do jazz Kind of Blue, de Miles Davis. Mas ontem, ouvi bastante Adrenaline, do Deftones, que é metal pesado. Andei ouvindo também Slipway Fires do Razorlight, Monster, do R.E.M. e dois discos do Jorge Ben Jor (quando ainda era Jorge Ben): Jorge Ben (1969) e Negro é Lindo (1971). Ambos você pode pegar neste site fantástico!

Até!

E viva a animação brasileira

Esta bela surpresa acabou de sair do forno, quentinho, quentinho.

A dica veio do Smelly Cat: este curta de animação A Ilha é criativo, engraçado e extremamente cativante.

A direção é de Alex Camargo (Noite do Vampiro), que comandou a 3ª turma da Oficina de Animação da OZI (Escola de Audiovisual de Brasília), com produção de Mário Lellis e Roger Burdino.

O resultado é, de fato animador. E quem quiser saber mais, é só acessar o blog oficial do curta.

Espero que vocês gostem como eu gostei.


sábado, 11 de abril de 2009

Ratinho da Páscoa

Se coelho bota ovo na Páscoa, por que rato também não pode?

Ainda mais o Ratatouille, que sabe, até, cozinhar muito bem.

Um dia, cheguei em casa, e havia um ovo de chocolate. Depois, dois. Ontem, eram 4.

Perguntei: -Ô Lílian, e esse rato tá botando ovo?!

Feliz Páscoa para você!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Da série 'Meus contos infantis...'

Chapeuzinho Vermelho:




Vídeos do Iron Maiden


Com pelo menos três dias de atraso, posto aqui alguns vídeos que eu gravei no meu celular (pebinha) do show que o Iron Maiden fez em Recife, na última terça-feira (31).
É que eu, simplesmente, não achava o cabo para transferir os arquivos pro computador.
A imagem tá ruim, mas ainda dá para ver alguma coisa. E o som tá legal, muito embora você vá ouvir mais os discípulos do Iron cantando do que o próprio Bruce Dickinson.
Mas vale para sentir o clima.
Powerslave:

video

Iron Maiden (com direito à entrada do Eddie):

video

Bruce: "Recife é um amigo oficial agora":

video

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Foi lindo...

Foi lindo. Em que pese 18 mil cabeludos, de camisas pretas e caras de mau, ouvindo cinco coroas fazendo barulho em cima do palco. Mas foi lindo - e emocionante – o show que o Iron Maiden fez na noite de ontem no Jockey Clube de Pernambuco, no Recife.

Versos de “Powerslave” ainda ecoam na minha cabeça, depois de dormir 4 horas e chegar na redação para trabalhar. Mas tiro um tempinho para dividir com vocês a experiência que é assistir a um show de uma banda de heavy-metal do peso do Iron Maiden.

Primeiro, show de rock pesado é, ao contrário do que você pode imaginar, um lugar de paz e adoração. Isso mesmo, um evento quase religioso que eleva a alma. Existe uma relação entre o guri que passa horas trancado no quarto, degustando riffs, letras e harmonias de um tipo de som sinfônico, que exige virtuosidade e ótimos vocalistas, e a banda que propicia isso para ele.

Com 35 anos de estrada, algumas mudanças na formação, mas nenhuma interrupção nesse tempo, o Iron conseguiu fazer essa gurisada acompanhar seus passos. Assim, o show de Recife, como era de se esperar, reuniu até três gerações de fãs: vovôs, papais e filhinhos. A garotada cantou junto a seleção que hoje habita PCs e iPods. Mas o Iron fez um show foi mesmo para os tiozinhos que compraram discos e camisetas nos anos 1980.

O Iron Maiden encerrou, em Recife, o braço brasileiro da turnê Somewhere Back in Time, shows baseados no disco Live After Death (1985), com alguns “plus”: além dos clássicos daquele álbum (lançado em DVD duplo, no ano passado): incluiu as músicas “Wasted years” e “Evil that men do” dos discos Somewhere in Time (1986) e Seventh Son of a Seventh Son (1988), mais o hit “Fear of the dark”, do álbum homônimo de 1992 (o clipe da música, alias, teve alta rotatividade na MTV e, por isso, é mais conhecida da geração 90).


Portanto, foi um show com músicas para cantar junto. E o publico cantou... e chorou também. Músicas que evocavam em trintões e quarentões, a nostalgia de quem era adolescente nos anos 1980 e tinha um pôster do Eddie (o mascote zumbi da banda) no quarto.

Vi muito cabeludo de camisa preta cair aos prantos quando a banda tocava “The Trooper” e “Run to The Hills”. Eu mesmo senti um arrepio na nunca e os olhos marejados quando a banda começou “Wasted years”. Somewhere in Time foi meu primeiro disco do Iron Maiden, quando era apenas um jovenzinho. Me senti aquele crítico gastronômico Ego, de Ratatouille, voltando à infância ao degustar aquele prato do ratinho Ramy.

Enfim. O show foi impecável. O som estava bom e meus cinqüentenários heróis não fizeram feio. Bruce Dickson falou que o Iron lança um disco de inéditas no ano que vem e que em 2011 voltam a estrada, com vontade de passar pelo Brasil de novo.
Amanhã, o Jornal da Paraíba traz a cobertura do show, com texto meu e mais fotos de Felipe Gesteira (que gentilmente cedeu as fotos que estão aqui).

Confira aqui o set list do show:

Aces HighWrathchild
Two Minutes to Midnight
Children of The Damned
Phantom of The Opera
The Trooper
Wasted Years
Rime of The Ancient Mariner
Powerslave
Run to The Hills
Fear of The Dark
Hallowed Be Thy Name
Iron Maiden
(bis)
Number of The Beast
Evil That Men Do
Sanctuary
p.s.: "Always looking on the bright side of life", da comédia A Vida de Brian, do Monty Python, foi o "expulsa-galera" quando o show acabou. Muito bonitinho ver os que conheciam a música assoviarem a melodia enquanto saiam lentamente do Jockey Club,