domingo, 28 de setembro de 2008

Vampiros me mordam!

No Jornal da Paraíba deste domingo, falo sobre algumas séries que estão dando o que falar lá fora.

Uma delas é True Blood, que cheguei a comentar rapidamente aqui no blood, digo, blog.

A série está sendo exibida pela HBO americana e até onde eu sei, não tem previsão de passar por aqui. Vi os dois primeiros capítulos que encontrei aí pelo caminho...

True Blood é uma corruptela para “true love” (amor verdadeiro), palavra que os americanos adoram, da mesma forma como nós aqui usamos muito “amor incondicional” nas legendas das fotos do Orkut para mães, pais, irmãos, noivos e noivas, cachorros de estimação e até pro carinha que fulana conheceu ontem na balada.

Enfim...

True Blood é uma série teen sobre vampiros. Anna Paquin, a Vampira da trilogia X-Men – a coincidência é apenas na tradução brasileira, já que a personagem original se chama Rogue, que eu não sei o significado em português, mas com certeza não é vampiro, certo?! –, é uma garçonete adolescente que tem o poder de ler a mente das pessoas.

Gostosinha que só ela, não tem namorado, já que todos os seus encontros deram errados, afinal, já quando o candidato punha os olhos na belezoca, pensamentos sórdidos brotavam instantaneamente e isso deixava nossa estrelinha bastante irritada. Até que um dia, ela serve um vampirão com pinta de galã, e cujos pensamentos ela não consegue “ouvir”, e se apaixona encantadamente por ele e ele, por ela. E foi aí que eu parei, por enquanto.

A série é regular, mas cativante. Tem bastante sexo e pouco sangue – tem mais romance. O pouco sangue se explica porque aqui os vampiros são integrados à sociedade. Isso aconteceu depois que cientistas criaram sangue sintético e os sangue-sugas pararam de caçar os humanos. Afinal, agora eles poderiam comprar uma dose na loja de conveniências da esquina.

Mesmo assim, tal qual os citados X-Men, os vampiros são vistos com discriminação e desconfiança. E é nessa bagaça que a personagem de Paquin (Sookie, bonitinho, não?) vai se meter.


Quem quiser conhecer mais, pode dar um pulinho no site oficial ou na comunidade brasileira da série no Orkut.

Já comentei algumas vezes – não lembro se por aqui – que os vampiros estão em alta nos Estados Unidos. Curiosamente, essa febre ainda não chegou no Brasil. Pelo menos numa escala nacional.

O carro-chefe dessa onda toda são os livros da escritora americana Stephenie Meyer. Twilight, o primeiro de uma trilogia, saiu por aqui no começo do ano com o nome de Crepúsculo (Intrínseca). Agora é a vez de Lua Nova chegar às lojas.

Eu li Crepúsculo. A prosa de Meyer é fluente e o forte da sua narrativa está na capacidade da autora descrever as cenas de ação com tanta habilidade que não tem como você não se sentir imerso no livro.

Mas a história é tão bobinha. Ambientado numa cidadezinha no meio do nada da costa Leste dos Estados Unidos, Crepusculo conta a história de uma adolescente que se muda para essa cidade, faz amigos na escola e se apaixona por um enigmático coleguinha que, claro, é um vampiro cheio de princípios.

O livro é um romancezinho teen que conquistou os teens de lá, mas ainda não os de cá. O sucesso é tão grande que Crepusculo já virou filme, com estréia prevista para novembro nos Estados Unidos. Clique aqui para ver o trailer.

Eu arrisco dizer que o desempenho de Crepúsculo aqui não tem sido tão grande quanto lá fora pela tradução. Nossa, a tradução para o português é horrenda. Parece que o livro foi colocado no tradutor do Google, clicado, copiado, colado e impresso. Tá, tô exagerando. Mas é quase isso. Tradução fria e impessoal.

Ainda mais para quem, como eu, leu o esplendido Entrevista Com o Vampiro, de Anne Rice, numa tradução de ninguém menos que Clarice Lispector. Eu falo isso para as pessoas e muitos reagem como "É mesmo???!!!" - só lembrando que Entrevista... é de 1976.

Não sei como funciona isso de tradução. Não sei se todas as edições têm um mesmo tradutor. Por exemplo, o meu Neuromancer, de William Gibson, foi traduzido pelo jornalista Alex Antunes, a quem admiro à distância. Mas o texto simplesmente não flui. E acho que a editora concorda comigo, já que a nova edição do livro, que vi recentemente numa livraria, já tem outro tradutor.

Mas o Entrevista com o Vampiro que eu tenho tem a assinatura de Clarice. Escaniei a capa e a folha de rosto com o crédito da escritora para quando vocês passarem por um sebo, não pensarem duas vezes antes de tê-lo na coleção.


sábado, 27 de setembro de 2008

A música do fim de semana

Alguém estava com saudade das minhas dicas semanais de música?

Acho que não. Ninguém reclamou. :-(

Mas hoje, enquanto esperava meus pais para o almoço, resolvi vasculhar os MP3s do meu celular e botei para rolar o disco novo do Morcheeba.

O Morcheeba é uma das minhas bandas de cabeceiras. O grupo se garante pelas ótimas bases e por ter sempre cantoras extraordinárias nos vocais.

Mesmo depois que a titular Skye deixou o grupo, dois discos atrás, o grupo continou a encontrar vocalistas acima da média.

Tive a tremenda satisfação de ver o Morcheeba ao vivo no Tim Festival de... 2005, acho. Inesquecível.

Eu iria disponibilizar a música "Enjoy the ride" para vocês ouvirem, mas quando vi o clipe, alucinei geral! O vídeo é fantástico e espero que vocês gostem.

A quem interessar possa: 'Dive Deep', o nome do novo álbum do Morcheeba, não foi lançado no Brasil. Que pena.

Blues para a familia

Acabou que eu iria fazer a cobertura do Oi Blues By Night com o Blue Jeans mas nem fiz. Parte porquê não tive tempo mesmo, parte porquê a produção desse show específico, que eu ajudei a fazer, me deixou tão cansado e pra baixo que eu não tô querendo mais nem tocar no assunto.

Neste exato momento, não tenho, por exemplo, fotos nem vídeos do show para postar aqui.

Mas três coisas eu preciso dizer a vocês sobre esse show:

- Naquela quinta-feira, tudo deu errado pra mim. Perdi a carteira com todos os meus documentos (porque dinheiro eu não tenho mesmo) - mas já achei, graças à Deus -, uma matéria que tinha feito pro jornal de domingo sumiu e eu tive uma série de pequenos e incovenientes contratempos em relação ao show;

- Mas, no fim, tudo funcionou. O show começou meio morno, mas pegou fogo do meio pro fim. Escrevi uma crítica para o Jornal da Paraíba. Quem quiser, clique aqui.

- Para encerrar, estou orgulhoso do povo de João Pessoa. A cidade é pequena e, de certa maneira, vejo as pessoas bastante acomodadas. Para reclamar que não acontece nada na cidade, todo mundo reclama. Mas para prestigiar os eventos, ninguém sai de casa. Mesmo com uma divulgação mínima, um bom número de pessoas - de várias idades - saiu de casa para conferir o show de uma banda completamente desconhecida na cidade. O projeto começa cedo (por volta das 20h) e termina cedo (antes das 22h) e fiquei muito feliz de ver muitos papai e mamães levaram seus filhos pequenos para curtir o blues.

Apesar dos pesares, foi uma festa muito bonita. Que venham mais!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Um tributo aos reis


Me empolguei bastante com o Blue Jeans depois que falei com o vocalista Júnior Moreno no começo da tarde desta quarta-feira (24).

Liguei para fazer uma pequena entrevista para o Jornal da Paraíba sobre o show que o Blue Jeans fará nesta quinta-feira (25), às 19h30, no Teatro de Arena do Espaço Cultural, em João Pessoa.

O trio vai fazer um baita tributo aos reis: B.B. King, Albert King e, o rei supremo, Jimi Hendrix.

Vai ser um baita show.

Oi Blues By Night, com Blue Jeans
No Teatro de Arena do Espaço Cultural
Dia 25 de setembro, às 19h30
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante)
Central Oi Blues By Night: 83-3261-1800

Conheça a banda Blue Jeans. Clique aqui.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Grupo italiano fará shows em Campina, Recife e JP

Acabo de saber: o grupo italiano Nidi D'Arac vai fazer uma série de shows aqui no Nordeste em outubro.

Misturando música regional com eletrônica, eles fazem um som bastante curioso. O que eu ouvi no MySpace do grupo, gostei.

A agenda é a seguinte:

Dias 15 e 16 de outubro, os caras fazem um workshop de música e dança no Teatro Rosil Cavalcanti, em Campina Grande. Dia 17, mostra o repertório acúsico no Teatro Severino Cabral.

No dia 18, o grupo estará em João Pessoa, onde faz show, desta vez eletrônico, no Cine Bangüê. Fica mais uns dias na cidade, onde promove o mesmo workshop, dias 20 e 21, no Espaço Cultural.

No dia 22, a turma embarca para Recife. Lá, apresenta, no Teatro Santa Isabel, o show acústico, dia 23, e no dia seguinte, já no Armazem 14, o eletrônico.

sábado, 20 de setembro de 2008

Serviço de utilidade pública

O Word 2007 tem dado um trabalhão danado para quem tem Words anteriores.

É qie os arquivos salvos no World 2007 só podem ser lidos pelo Word 2007. Quem tem uma versão anterior, danou-se. Não vai conseguir abrir o texto na nova versão do editor de texto.

Tem um site que faz a conversão do 2007 para versões anteriores e é uma mão na roda num momento de aperreio.

É o DOCX Converter Office, que faz o serviço pela internet, e de graça.

Funciona assim: do lado esquerdo do site você encontra um campo para informar seu e-mail, outro para escolher o arquivo e um terceiro para escolher o formato da conversão.

O site enviará um e-mail para sua caixa postal notificando-o de um link para você clicar e baixar a versão convertida do arquivo.

Depois de pressionar o botão "Convert it" uma mensagem é exibida pedindo que você verifique a sua caixa de e-mail.

O serviço tem opções para converter o documento para o formato do Word, para PDF, RTF e formatos do pacote OpenOffice.

As instruções são da Folha On Line. Quem quiser ler a matéria original é só clicar aqui.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008